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16 Fevereiro de 2001 | 18h16

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Pequim

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Pequim, 16/02 - O primeiro embaixador da Guiné-Bissau residente naChina, Nicolau dos Santos, apresentou hoje as credenciais aopresidente chines, Jiang Zemin.

A China foi um dos primeiros países a reconhecer a independênciada Guiné-Bissau, mas Pequim rompeu os laços com aquele pais em 1990,quando o governo de Bissau estabeleceu relações diplomáticas comTaiwan.

Ha cerca de três anos, a China e a Guine-Bissau restabeleceramrelações e, em Janeiro último, Bissau abriu a sua primeira embaixadaem Pequim.

A quinta embaixada de um pais de língua portuguesa na China,depois do Brasil, Moçambique, Portugal e Angola. Cabo Verde tencionatambém abrir uma embaixada em Pequim, mas o projecto ainda não seconcretizou.

Taiwan, a ilha onde se refugiou o antigo governo chinês depoisde o Partido Comunista ter tomado o poder no continente, em 1949, evista por Pequim como uma província e não uma entidade políticasoberana.

Bissau +reconhece o governo da Republica Popular da China comoo único legitimo representante da China e considera Taiwan uma parteinalienável do território chines+, afirmou, em Outubro passado, emPequim, o ministro dos Negócios Estrangeiros guineense, Iaia Djalo.

+A Guine-Bissau retomou as suas privilegiadas relações com aRepublica Popular da China+, acrescentou, na ocasião.

Dos cinco Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa(PALOP), apenas S. Tom? e Príncipe mantém relações diplomáticas comTaiwan.