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20 Fevereiro de 2010 | 17h15 - Actualizado em 20 Fevereiro de 2010 | 17h14

Governo compromete-se apoiar regresso da democracia no Níger

Senegal

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Niamey - O ministro senegalês dos Negócios Estrangeiros, Madické Niang, disse sexta-feira à tarde, em Niamey, que o seu país vai fazer tudo para permitir o regresso da democracia no Níger após o derrube do regime do Presidente Mamadou Tandja por uma Junta militar a 18 de Fevereiro.


"Conhecendo a qualidade dos nigerinos, estou convencido de que poderemos ajudar este país a reencontrar a estabilidade política", disse o enviado do Presidente senegalês, Abdoulaye Wade, nomeado recentemente mediador da Comunidade Económica dos Estados da África ocidental (CEDEAO) para a crise nigerina.


Falando no final dum encontro com os membros do Conselho Supremo para a Restauração da Democracia (CSRD), a Junta militar no poder, Madické Niang afirmou que os verdadeiros actores da saída da crise são os próprios nigerinos.


Adiantou que o Presidente Abdoulaye Wade deslocar-se-á a Niamey em companhia do antigo Presidente nigeriano, o general Abdusalami Aboubakar, igualmente medianeiro da CEDEAO para a crise no Níger.


O ministro senegalês disse estar «muito satisfeito» pelo seu encontro com o chefe da Junta militar, Djibo Salou.


"É um homem aberto, disponível. Soubemos que os membros do Governo foram libertados, que o Presidente (Mamadou) Tandja encontra-se em excelentes condições e está a ser bem tratado", afirmou o chefe da diplomacia senegalesa.


O encontro com os responsáveis da Junta decorreu na presença dos emissários da CEDEAO, nomeadamente o presidente cessante da Comissão da organização regional, o ghanês Mohamed Ibn Chambas, e o ex-Presidente nigeriano Abdusalami Aboubakar, medianeiro da CEDEAO.