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09 Janeiro de 2013 | 20h14 - Actualizado em 09 Janeiro de 2013 | 20h13

Rebelião centro-africana quer que Bozizé seja levado diante o TPI - declaração

Gabão

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Libreville - A coligação rebelde centro-africana do Séléka pediu hoje (quarta-feira) que o presidente François Bozizé seja levado para o Tribunal Penal Internacional (TPI), num memorando apresentado no primeiro dia das negociações com o poder e a oposição em Libreville, noticia a AFP.


O Séléka "pediu que um processo seja engajado diante o TPI em Haia contra François Bozizé", indica o texto. A rebelião acusa o presidente centro-africano de " factos de crimes de guerra e crimes contra a humanidade", falando nomeadamente de "detenções e sequestros arbitrários" e de "desaparecimentos, assassinatos e execuções sumarias".


Após uma conquista clara da maior parte do país desde 10 de Dezembro, a rebelião que se encontra de hoje em diante as portas de Bangui pediu "o reconhecimento" por Bozizé "e seu governo da sua derrota militar e sua abdicação no interesse do povo centro-
africano".

Na abertura do reencontro hoje (quarta-feira), o ministro congolês dos Negócios Estrangeiros, Basile Ikouébé, que dirige a reunião, pediu aos rebeldes e a oposição de se entregarem as regras da União Africana (UA) em relação à mudança (só eleição democrática) de governo", uma alusão a exigência da rebelião que Bozizé parta.

No memorando, o Séléka recordou de novo o não-respeito pelo governo de diversos acordos de paz assinados com os rebeldes, nomeadamente o Acordo de Paz Global de Libreville de 2008.