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30 Junho de 2015 | 13h46 - Actualizado em 30 Junho de 2015 | 13h46

África do Sul: Governo preocupado com a situação "explosiva" no Lesotho

Joanesburgo - Os países vizinhos do Lesotho, particularmente a África do Sul, estão alarmados hoje, terça-feira, sobre a situação de segurança visivelmente explosiva deste pequeno país, cujo ex-chefe do Exército Maaparankoe Mahao foi assassinado na semana passada.

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Jacob Zuma - Presidente da África do Sul (foto de arquivo)

Foto: Fotos de Francisco Miudo

O presidente Jacob Zuma despachou uma missão no campo por causa da preocupação com o desenvolvimento políticos e de segurança no Reino do Lesotho, especialmente a fuga de três dirigentes da oposição e assassinato do general Maaparankoe Mahao, indica a Comunidade Desenvolvimento da África Austral (SADC) num comunicado.

O relatório desta missão aumentou ainda mais a preocupação do presidente Zuma face a situação de segurança visivelmente explosiva no Lesotho".

Por isso, ele decidiu enviar "urgentemente" o seu vice-presidente Cyril Ramaphosa para consultas com o Primeiro-ministro do Lesotho Pakalitha Mosisili, segundo o comunicado.

O Lesotho é um país pobre e tem a distinção de ser encravado dentro do território da vizinha África do Sul.

O país passa por perturbações graves desde o ano passado. As eleições antecipadas e supervisionadas pela SADC, assim como a mudança de página do fracassado golpe de Estado em Agosto de 2014 não acalmou as tensões.

Depois das eleições, os principais protagonistas da crise, ligadas nomeadamente, à politização do exército e da polícia começaram afrontar-se.

Segundo a imprensa sul-africana, o General Tlali Kamoli, destituiu antes o golpe de Estado de Agosto de 2014 e assumiu as rédeas do exército, tendo ordenado as  purgas entre os militares no activo,  alguns foram presos e torturados.

Assuntos África do Sul  

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