Angop - Agência de Notícias Angola PressAngop - Agência de Notícias Angola Press

Ir para página inicial
Luanda

Max:

Min:

Página Inicial » Notícias » África

19 Outubro de 2015 | 11h02 - Actualizado em 19 Outubro de 2015 | 10h53

Burundi: Bélgica saúda coragem de activista burundês refugiado em seu território

Bruxelas - O ministro belga dos Negócios Estrangeiros, Didier Reynders, enalteceu sábado em Bruxelas a coragem de um activista dos direitos humanos no Burundi, Pierre Claver Mbonimpa, de militar num contexto difícil em prol da sociedade civil burundesa.

Envia por email

Para compartilhar esta notícia por email, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Corrigir

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Burundi/Situação

Foto: AFP

O chefe da diplomacia belga fez estes elogios quando recebia Mbonimpa, presidente da Liga dos Direitos Humanos do Burundi (APRODH) refugiado na Bélgica, depois de ter escapado a uma tentativa de assassinato no seu país em Agosto último.

Convalescente por enquanto, o presidente da Liga dos Direitos Humanos do Burundi (APRODH) tem ainda estigmas desta agressão, nomeadamente, um dispositivo médico metálico à volta do seu crânio.

Didier Reynders aproveitou esta oportunidade para lhe apresentar as suas condolências pelo assassinato brutal do seu genro, Pascal Nshiminimana, durante este fim-de-semana em Bujumbura.

Com o activista burundês, o chefe da diplomacia belga abordou ainda a evolução da situação política no Burundi que o "Governo belga está a acompanhar muito atentamente".

A Bélgica está preocupada com a onda de violência prevalecente no Burundi onde recentemente ainda 11 pessoas foram assassinadas, incluindo dois polícias.

O Governo pede também a instauração de uma Comissão de Inquérito Independente para processar os autores destas violências.

Além disso, a Bélgica apela a um diálogo político "realmente inclusivo" entre todas as partes, o que, disse Didier Reynders, requer a protecção da integridade física de todos os actores chamados a participar no diálogo.

Assuntos Burundi  

Leia também