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17 Fevereiro de 2017 | 04h46 - Actualizado em 17 Fevereiro de 2017 | 10h42

RD Congo: Falta de fundos inviabiliza eleições presidenciais

Kinshasa - A falta de fundos na República Democrática do Congo (RDC) está a inviabilizar a convocação das eleições presidenciais, para este ano, informou quinta-feira o ministro congolês do Orçamento, Pierre Kangundia.

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Uma das Artérias da Cidade de Kinshasa, capital da RD Congo

Foto: Fotos de Francisco Miudo

O ministro congolês fez saber que o custo pela organização da votação ascende aos 1,8 mil milhão de dólares, valor que está aquém das disponibilidades financeiras do país.

O governo congolês e a oposição chegaram, o ano passado, a um acordo sobre a realização de novas eleições, em finais deste ano.

O mandato do Presidente do RDC, Joseph Kabila, terminou em Novembro de 2016. Os seus oponentes acusaram-no de deliberadamente protelar a votação para ainda se manter no poder.

O plano para a convocação das presidenciais antes de finais de 2017 reduziu a onda de tensão entre o governo e a oposição, no país.

A Comissão Eleitoral anunciou em Novembro de 2016 que precisava de pelo menos até Julho deste ano registar mais de 30 milhões de eleitores.

Entretanto, a morte do líder da oposição, Etienne Tshisekedi, ocorrida ainda este mês, preocupa o futuro político do país.

A RD Congo nunca efectuou uma transferência pacífica da liderança, desde a independência, em mais de 55 anos. Kabila lidera o país desde 2001, após o assassinato do seu pai, Laurent Kabila.

Ganhou duas eleições e a constituição interdita-o a concorrer para um terceiro mandato.

Assuntos Eleições  

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