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14 Novembro de 2017 | 16h32 - Actualizado em 14 Novembro de 2017 | 16h32

RD Congo: ONU adverte contra Kinshasa contra repressão dos manifestantes

Kinshasa - As Nações Unidas advertiram nesta quarta-feira as autoridades congolesas contra a violação dos direitos humanos, durante as manifestações convocadas pela oposição para contestar o calendário eleitoral, que prolonga, de facto, o mandato do Presidente Kabila, até Janeiro de 2019.

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Maman Sambu Sadikou, Representante da MONUSCO

Foto: João Gomes

"Conforme o seu mandato, a MONUSCO reserve-se o direito de observar as manifestações e reportar eventuais violações dos direitos humanos”, disse num comunicado, o representante da ONU na República Democrática do Congo (RDC), Maman Sidikou.

A nota acrescenta que a MONUSCO exorta às autoridades congolesas para respeitar as liberdades fundamentais como estão estipuladas na Constituição congolesa, das quais a liberdade de reunião e de manifestação.

Paralelamente, o texto sublinha que o direito dos cidadãos a manifestar, implica não recorrer à violência sob todas as suas formas.

Na RDC, as manifestações são sempre reprimidas pelas forças da ordem, como aconteceu há um mês, em Goma, província do Kivu-Norte, quando um comício popular saldou-se em vários mortos, dos quais um agente da Polícia.

Movimentos de Cidadãos como a LUCHA, FILIMBI e outros, e uma grande parte da oposição apelaram à manifestações quarta-feira, contra o calendário eleitoral apresentado no dia 05, pela Comissão Eleitoral, que marca as eleições gerais para 23 de Dezembro de 2018.

Por seu lado, a comunidade internacional, ONU, Estados Unidos da América, União Europeia e os maiores parceiros da RDC, nomeadamente a França e a Bélgica apoiam o calendário eleitoral contra a liberdade de manifestar, a libertação presos políticos, entre outros.

Assuntos RDCongo  

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