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07 Dezembro de 2017 | 17h11 - Actualizado em 07 Dezembro de 2017 | 17h11

Moçambique/Corrupção: Estado lesado em mais USD 98 mil

Maputo - O Governo da cidade de Maputo revelou que a corrupção lesou o Estado moçambicano, a nível da capital do país, em pouco mais de 98 mil dólares e cerca de seis mil euros no ano em curso.

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Cidade de Maputo lsada em mais usd 98 mil por corruptos

Foto: foto de Lino Guimarães

A informação foi avançada hoje, em Maputo, pela Governadora da cidade de Maputo, Iolanda Cintura, durante a cerimónia de abertura da palestra sobre a celebração do dia internacional do combate à corrupção, que se comemora no dia 09 do corrente mês, subordinado ao lema “Unidos contra corrupção para o desenvolvimento, paz e segurança.”

“Nestes processos, o Estado e instituições públicas foram lesados num total de 3.550.327 meticais, outros 39.244 dólares e 6.622 euros”, disse Cintura.

A Governadora  descreve a corrupção como sendo um cancro que dizima a sociedade e desvirtua a essência da servidão pública.

Neste período, a Governadora relata que foram tramitados 28 processos referentes aos crimes de corrupção e peculato envolvendo agentes do Estado.

A fonte defendeu a necessidade de cada um dos participantes do encontro e o povo, no geral, envolver-se na luta contra a corrupção.

“Cada um de nós deve ser o garante da prevenção deste maléfico, quer seja no seu local de trabalho, na comunidade, na família. Devemos nos abster de efectuar pagamentos de subornos. Qualquer funcionário do Estado presta serviço aos cidadãos gratuitamente, salvo onde a lei prevê pagamentos”, sublinhou.

Por seu turno, a Procuradora chefe da cidade de Maputo, Amélia Muguambe, disse que um país onde a corrupção prevalece não haverá desenvolvimento social e económico.

“Há necessidade de se lutar contra a corrupção, pois ela é uma ameaça e é o pior mal que uma sociedade pode ter. É uma fraude contra a democracia e abre portas para outros males, como tráfico de drogas, de pessoas, prostituição e desvio de bens públicos”, disse.

Afirmou que a corrupção “não oferece condições para o investimento sustentável, quer nacional, quer estrangeiro e quando o investimento falta agrava-se a fome e a miséria”.

Assuntos Moçambique  

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