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07 Dezembro de 2017 | 18h08 - Actualizado em 07 Dezembro de 2017 | 18h08

Níger: Repatriados 500 nigerinos da Líbia

Niamey - Mais de 500 nigerinos cidadãos, que viviam na Líbia, foram repatriados pelo seu governo do seu país no quadro de um plano de repatriamento de emergência desencadeado pelo governo, anunciou nesta quinta-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros Ibrahim Yacoubou.

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Mahamadou Issoufou - Presidente do Níger que deplora a venda de escravos africanos na líbia

Foto: lucas neto

Segundo o chefe da diplomacia nigerina, milhares de outros concidadãos seus estão dispostos a regressar ao país.

Pelo menos quatro mil nigerinos que vivem na Líbia manifestaram o desejo de regressar voluntariamente, precisa um comunicado do ministério dos Negócios Estrangeiros, que promete repatriá-los por via aérea.

Desde o fim da revolta que derrubou o regime de Muammar Kadhafi, em 2011, a Líbia esta dividida em várias entidades territoriais controladas por milícias.

A insegurança forçou muitos imigrantes que vivam naquele país há vários anos, a tentarem a travessia do Mediterrâneo.

Pelo menos 250 mil nigerinos regressaram ao país, fugindo a violência, depois da morte de Kadhafi. Depois das informações referentes à venta de migrantes negros como escravos, na Líbia.

Por isso, vários Estados africanos lançaram operações de repatriamento dos seus cidadãos.

No fim de Novembro, o Presidente Mahamadou Issoufou, lançou um apelo ao TPI, para que inquira sobre a venda de migrantes africanos como escravos, na Líbia.

Agadez, a maior cidade do Norte do Níger, é uma placa giratória de tráfico de seres humanos que queiram viajar para a Europa através da Líbia.

O endurecimento das medidas legislativas e dos controlos de segurança nas fronteiras dos passadores, com a ajuda da EU, continua a ser ineficaz.

Assuntos Níger  

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