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20 Março de 2017 | 16h44 - Actualizado em 20 Março de 2017 | 16h43

Egipto: Governo egípcio e a ONU avaliam crise na Líbia

Cairo - O chefe do Estado-maior das Forças armadas egípcias, Mahmoud Hegazy, e o enviado especial da ONU para Líbia, Martin Kobler, analisaram domingo, no Cairo, o conflito líbio, assim como os esforços internacionais tendentes a encontrar uma solução política negociada, noticiou a Prensa Latina.

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MAPA DO EGIPTO

Foto: ANGOP

Durante o encontro, ambas as partes avaliaram os avanços registados nas últimas semanas, após um consenso nacional entre as facções políticas que disputam o poder na Líbia.

Num comunicado emitido no termo do encontro, Hegazi assegurou que o "Egipto apoia o fim da crise na Líbia de uma maneira em que se preserve a integridade do Estado, a segurança territorial e se fortaleça a estabilidade".

Por seu turno, Klober instou a prosseguir os esforços regionais e internacionais para resolver à crise líbia, que dura há seis anos. A 13 de Março último, o ministro das Relações Exteriores do Egipto, Sameh Shoukry, garantiu ao presidente do Conselho Presidencial líbio, Fayaz Al Sarraj, a vontade de apoiar o diálogo para a paz entre os partidos rivais na Líbia.

Essas conversações, destacou Shoukry, deverão abrir o caminho para a implementação do acordo de Skhirat, patrocinado pela ONU em 2015, na opinião do Cairo.

Na Líbia existem vários centros do poder repartidos entre o Governo de Unidade Nacional (GUN), instalado em Tripoli e auspiciado pelas Nações Unidas, a Câmara de representantes de Tobruk, que não reconhece o GUN, os remanescentes do Congresso Nacional Geral, da corte islâmica, que pretende suplantar o GUN na capital.

Assuntos Líbia  

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