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07 Abril de 2017 | 12h49 - Actualizado em 07 Abril de 2017 | 12h48

Moçambique: Seis realizadores lusófonos recebem apoio numa residência artística em Maputo

Maputo - Seis realizadores de países lusófonos vão participar numa residência artística de 10 dias em Maputo, Moçambique, no âmbito de um projecto de apoio à produção e curtas-metragens, anunciou nesta sexta-feira à Lusa fonte da organização.

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Vista Parcial da Cidade de Maputo, Capital de Moçambique

Foto: GIANLUIGI GUERCIA

O grupo PALOP-TL que reúne Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, comemora este ano o 25º aniversário do Programa de Cooperação com a União Europeia (PALOP-TL/UE).

"Contribuindo para o reforço da identidade comum dos PALOP-TL, a celebração dos 25 anos inclui actividades de natureza cultural e académica", entre as quais um concurso de curtas-metragens.

O júri seleccionou os seguintes projectos e jovens cineastas: Mauro Pereira (Angola) - documentário "Percursos"; Samira Vera-Cruz (Cabo Verde), documentário "Hora di bai"; Rui Costa (Guiné-Bissau), documentário "88 Paraísos"; Yara Costa (Moçambique), documentário "Entre eu e Deus"; Kátya Aragão (São Tomé e Príncipe), ficção "Mina Kiá" e Victor de Sousa (Timor-Leste), documentário "Tara bandu".

Os realizadores vão participar numa residência artística de 10 dias, em Maputo, entre 24 de Abril e 05 de Maio, e receber um fundo de produção de 9.000 euros.

O concurso pretende "apoiar a produção de projectos de curtas-metragens que reforçam o conhecimento sobre a diversidade e semelhanças entre as várias culturas nacionais dos PALOP-TL", no contexto de "uma história e língua oficial comuns".

Ao mesmo tempo, dará espaço para "oportunidades de formação e a promoção de jovens artistas e das suas narrativas", conclui a organização em comunicado.

Assuntos Moçambique  

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