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07 Dezembro de 2018 | 17h04 - Actualizado em 07 Dezembro de 2018 | 17h03

Sudão do Sul: Governo desmente acusações da Amnistia Internacional

Juba - O governo sul-sudanês desmentiu hoje (sexta-feira), nesta capital, as acusações da Amnistia Internacional sobre a execução de prisioneiros, noticiou a Prensa Latina.

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Mapa do Sudão do Sul

Foto: Cedida

O porta-voz presidencial, Ateny Wek Ateny, disse à imprensa que o Executivo deu uma moratória às execuções e desde 2011, o presidente Salva Kiir, não assina nenhuma execução.

Admitiu que antes da independência (2011), houve prisioneiros executados, mas ao abrigo da lei sudanesa.

Ateny apontou que continua vigente a pena de morte, tendo explicado que a sua permanência será definido pelos sudaneses como parte do processo de revisão constitucional em curso.

Amnistia Internacional denunciou que durante este ano, o Sudão do Sul realizou mais execuções desde que obteve a independência com a morte de sete pessoas, das quais um menor.

O Código penal dessa jovem nação africana contempla a pena de morte para os crimes de assassinato e a falsificação de provas, o uso de provas falsas como verdadeiras com conhecimento de que são falsas com esse fim.

Também o terrorismo, incluindo a banditismo, insurgência ou sabotagem com resultado de morte, tráfico de drogas com agravante, e traição, segundo à fonte.

 

Assuntos Sudão do Sul  

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