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22 Junho de 2018 | 13h46 - Actualizado em 22 Junho de 2018 | 13h45

RCA: A MINUSCA diz já não estar a altura de enfrentar as ameaças dos grupos armados

Nova Iorque (ONU) - A Missão da ONU na República Centro africana (MINUSCA) está a perder o controlo da situação, numa altura em que as ameaças contra o pessoal de manutenção da paz aumentam, disse sexta-feira, no Conselho de segurança, o emissário daquela instituição intergovernamental mundial, naquele país da África central, Parfait Onanga-Anyanga.

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Insígnia da Onu

Foto: Cortesia afp

Na capital, e no interior do país, o pessoal da MINUSCA, mormente “militares, agentes da Polícia e civis, continuam a ser os principais alvos dos grupos armados e de outros grupos criminosos, acrescentou o funcionário da ONU.

De acordo com aquela personalidade, por causa da ausência do Estado, os grupos armados e outras facções continuam a influenciar negativamente o curso da vida em vastos territórios do Leste, Centro e Noroeste do país.

Recorde-se que diante a degradação da situação, no fim de 2017, o Conselho de segurança tinha aprovado um reforço de 900 homens para a MINUSCA, mas nenhum país respondeu ao apelo da ONU.

No seu recente relatório, o secretário-geral da ONU, António Guterres, sublinhou que sozinha, a MINUSCA não pode garantir a segurança na RCA, solicitando o apoio das forças governamentais.

Para o Embaixador da França, na ONU, François Delattre, os grupos armados devem depor as armas sem condições.

Delattre recordou que a ONU dispõe de um instrumento para sancionar os que obstaculizam o processo de paz.

O representante adjunto dos Estados Unidos, na ONU, Jonathan Cohen, também reconheceu que a MINUSCA estava sob tensão, e pena em exercer plenamente o seu mandato.

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