Angop - Agência de Notícias Angola PressAngop - Agência de Notícias Angola Press

Ir para página inicial
Luanda

Max:

Min:

Página Inicial » Notícias » África

01 Agosto de 2018 | 15h17 - Actualizado em 01 Agosto de 2018 | 15h29

Moçambique: RENAMO condiciona desarmamento das suas milícias

Maputo - O coordenador interino do principal partido da oposição em Moçambique (RENAMO), condicionou quarta-feira, em Maputo, a entrega da lista dos guerrilheiros a serem integrados nos postos de comando das Forças de Defesa e Segurança, a assinatura de um memorando de entendimento.

Envia por email

Para compartilhar esta notícia por email, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Corrigir

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Moçambique: Porta-voz da RENAMO ,António Muachanga (Arquivo)

Foto: Pedro Parente

"Ainda não foram entregues as listas", declarou Ossufo Momade, em entrevista ao semanário Canal de Moçambique.

A 11 de Junho último, o Presidente da República, Filipe Nyusi disse em conferência de imprensa que tinha chegado a entendimento com Ossufo Momade, para que a RENAMO entregasse a lista dos oficiais do seu braço armado que quer ver integrados nas Forças de Defesa e Segurança (FDS), no prazo de 10 dias.

Nyusi fez o anúncio na companhia de Momade, depois de uma reunião entre ambos, na cidade da Beira, província de Sofala.

Na entrevista divulgada nesta quarta-feira, Ossufo Momade diz que a entrega da lista deve ter como pressuposto a assinatura de um memorando de entendimento, acto.

"Havíamos combinado com o Presidente da República a elaboração de um memorando de entendimento, acontece que a elaboração desse memorando de entendimento ainda não terminou", declarou, apontando que a questão do desarmamento da RENAMO poderá ser encerrada até Outubro.

Ossufo Momade disse igualmente que a sua formação política exigia a reintegração dos oficiais do partido que estão nas Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), em paralelo com as suas actuais milícias.

Assuntos Moçambique  

Leia também