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16 Agosto de 2018 | 11h30 - Actualizado em 16 Agosto de 2018 | 11h30

Congo: País "está longe da bancarrota", diz Sassou Nguesso

Brazzaville - A República do Congo não está em banca rota, garantiu quarta-feira, em Brazzaville, o Presidente Denis Sassou Nguesso, num discurso à Nação.

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Presidente do Congo,Denis Sassou

Foto: Pedro Parente

“Estamos a negociar com o Fundo monetário internacional (FMI), na estrita confiança e observação dos procedimentos”, afirmou o chefe do Estado congolês, que falava por ocasião do 58º aniversário da independência do Congo.

O discurso de Sassou Nguesso surge numa altura em que a análise da situação económica do país pelo FMI, foi adiada “sine die”.

O Presidente congolês disse esperar chegar a um acordo que vai contribuir na melhoria da situação das finanças públicas, afirmando que o seu país  respeitaria os compromissos, enquanto os seus recursos o permitissem.

Há um ano, o FMI anunciou ter descoberto que Brazzaville tinha escondido uma parte da sua dívida estimada em 9,5 mil milhões de dólares.

O FMI, e o Congo, que penam a mobilizar as receitas públicas previstas pelo seu OGE de 2018, estão a analisar um eventual acordo sobre o modelo daquele que foi assinado há um ano, entre àquela instituição financeira mundial e o Gabão.

Mas o exame da situação económica do país foi várias vezes adiado pelo Conselho de administração do FMI.

A análise fixada para o passado dia 03 de Agosto foi de novo adiada “sine die”.

Em Abril passado, a missão do FMI enviada a Brazzaville assinou um acordo com o governo sobre os contornos de um programa de reformas.

Na altura, o FMI indicou que as autoridades congolesas deveriam iniciar reformas audaciosas e imediatas, no domínio da governação, para traduzir em acção a ruptura com as políticas e praticas do passado proclamadas pelo governo, indicando que era crucial uma forte participação da sociedade civil, para o sucesso das reformas da governação.

Na sua mensagem, Sassou Nguesso saudou também o acordo de cessar-fogo assinado, a 23 de Dezembro último, entre as Forças armadas e os rebeldes, no departamento do Pool, Sul de Brazzaville:

“Precisamos, agora, conseguir a fase de desarmamento, desmobilização e reintegração dos antigos combatentes”, concluiu.

Assuntos República do Congo  

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