Angop - Agência de Notícias Angola PressAngop - Agência de Notícias Angola Press

Ir para página inicial
Luanda

Max:

Min:

Página Inicial » Notícias » África

29 Agosto de 2018 | 14h06 - Actualizado em 29 Agosto de 2018 | 14h05

Sudão: Adiada a assinatura do acordo sobre o Sudão do Sul

Cartum - O último ciclo de negociações de paz sobre o Sudão de Sul terminou terça-feira, em Cartum, sem que a oposição armada assinasse o projecto de acordo final, notícia à Xinhua.

Envia por email

Para compartilhar esta notícia por email, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Corrigir

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Salva Kiir,Presidente do Sudão do Sul

Foto: Fotos de Francisco Miudo

RIEK MACHAR - Ex-Vice-Presidente do Suda

O governo do Sudão do Sul e outros partidos políticos assinaram o acordo final para o fim do conflito no Sudão do Sul, anunciou aos jornalistas, o ministro sudanês dos Negócios Estrangeiros, Al-Dirdiri Mohamed Ahmed.

O maior grupo da oposição, o Movimento de Libertação do Povo do Sudão na oposição (SPLM – IO), conduzido por Riek Machar, não assinou o documento acrescentou.

Desde o dia 13 de Agosto, o Sudão acolheu o terceiro ciclo de negociações de paz do Sudão do Sul, com objectivo de alcançar um acordo de paz abrangente para completar dois anteriores acordos assinados pelas partes o mais rapidamente possível, em Cartum.

A 27 de Junho, os rivais sul - sudaneses assinaram o Acordo de paz de Cartum sobre o Sudão do Sul, acompanhado da assinatura de um outro acordo sobre os acordos de segurança e de partilha de poder.  

Ahmed explicou que o acordo será submetido pela Autoridade Inter-governamental sobre o Desenvolvimento (IGAD) para assinatura antes de ser apresentado as partes para assinatura final.

Manawa Peter, porta-voz do SPLM-IO, explicou aos jornalistas que o seu grupo recusou assinar o acordo por razões lógicas, nomeadamente o desacordo com o mecanismo de tomada decisão dentro do órgão executivo e legislativo.

“Rejeitamos também o estabelecimento de uma comissão para revisar a Constituição e pedimos a realização de uma conferência constitucional envolvendo os filhos do Sudão do Sul”, fez saber.

Por outro lado, acrescentou, o principal assunto sobre o qual as partes não chegaram a um consenso é o número de Estados, observando que todos os acordos anteriores chegaram a mencionar uma dezena de Estados e não 32 decididos unilateralmente pelo governo do Sudão do Sul.

O terceiro ciclo de negociações de paz sobre o Sudão do Sul foi organizado para discutir as questões pendentes ligadas aos poderes do presidente e dos vice – presidentes, em representação da autoridade judicial, a revisão do número de Estados e a nomeação de novos ministérios.

Posteriormente, a Aliança da oposição sul – sudanesa pediu a revisão administrativa do Sudão do Sul e a reconsideração do número de 32 Estados.

O governo do Sudão do Sul e outros partidos políticos assinaram o acordo final para o fim do conflito no Sudão do Sul, anunciou aos jornalistas, o ministro sudanês dos Negócios Estrangeiros, Al-Dirdiri Mohamed Ahmed.

O maior grupo da oposição, o Movimento de Libertação do Povo do Sudão na oposição (SPLM – IO), conduzido por Riek Machar, não assinou o documento acrescentou.

Desde o dia 13 de Agosto, o Sudão acolheu o terceiro ciclo de negociações de paz do Sudão do Sul, com objectivo de alcançar um acordo de paz abrangente para completar dois anteriores acordos assinados pelas partes o mais rapidamente possível, em Cartum.

A 27 de Junho, os rivais sul - sudaneses assinaram o Acordo de paz de Cartum sobre o Sudão do Sul, acompanhado da assinatura de um outro acordo sobre os acordos de segurança e de partilha de poder.  

Ahmed explicou que o acordo será submetido pela Autoridade Inter-governamental sobre o Desenvolvimento (IGAD) para assinatura antes de ser apresentado as partes para assinatura final.

Manawa Peter, porta-voz do SPLM-IO, explicou aos jornalistas que o seu grupo recusou assinar o acordo por razões lógicas, nomeadamente o desacordo com o mecanismo de tomada decisão dentro do órgão executivo e legislativo.

 “Rejeitamos também o estabelecimento de uma comissão para revisar a Constituição e pedimos a realização de uma conferência constitucional envolvendo os filhos do Sudão do Sul”, fez saber.

Por outro lado, acrescentou, o principal assunto sobre o qual as partes não chegaram a um consenso é o número de Estados, observando que todos os acordos anteriores chegaram a mencionar uma dezena de Estados e não 32 decididos unilateralmente pelo governo do Sudão do Sul.

O terceiro ciclo de negociações de paz sobre o Sudão do Sul foi organizado para discutir as questões pendentes ligadas aos poderes do presidente e dos vice – presidentes, em representação da autoridade judicial, a revisão do número de Estados e a nomeação de novos ministérios.

Posteriormente, a Aliança da oposição sul – sudanesa pediu a revisão administrativa do Sudão do Sul e a reconsideração do número de 32 Estados.

Assuntos Sudão do Sul  

Leia também