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07 Setembro de 2018 | 11h51 - Actualizado em 07 Setembro de 2018 | 11h51

Cerimónia assinala corte da primeira peça de plataforma de gás para Moçambique

Maputo - A primeira peça de aço para o casco da plataforma flutuante que vai começar a extrair gás natural no norte de Moçambique vai ser cortada hoje, em Busan, na Coreia do Sul, disse à Lusa fonte do Governo de Moçambique.

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Mapa de Moçambique

Foto: Google/Divulgação

Uma cerimónia vai assinalar a data no estaleiro de Geoje da construtora naval sul-coreana Samsung Heavy Industries (SHI), um evento que contará com a presença do ministro dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique, Ernesto Max Tonela.

A plataforma terá 439 metros de comprimento, 65 de largura e pesará cerca de 210.000 toneladas, sendo que o prazo de construção se situa nos 60 meses.

Uma das partes da estrutura, a torre de ancoragem, começou a ser construída em Março e o processo tem, entretanto, avançado.

Em Maio de 2017, um consórcio liderado pela Eni e Exxon Mobil escolheu a SHI para construir a plataforma idealizada para a extracção, liquefacção e exportação anual de três milhões de toneladas de gás natural liquefeito a partir das jazidas Coral Sul na Área 4 da Bacia do Rovuma.

Todas as operações - incluindo o enchimento de navios cargueiros de gás liquefeito - serão feitas no mar.

A plataforma flutuante estará ligada a seis poços submarinos por tubos umbilicais e colunas de ascensão para extrair o gás natural localizado nas jazidas guardadas debaixo do fundo do mar.
O gás que será explorado pelo consórcio da Área 04 vai ser vendido na totalidade à BP, que em Outubro de 2016 assinou um acordo com o consórcio para a compra da totalidade da produção durante 20 anos.

O Governo moçambicano prevê que o início da produção aconteça a 01 de Junho de 2022, sendo que cinco meses depois, no dia 01 de Novembro, será assinalada a saída do primeiro navio cargueiro contendo gás.

Assuntos Moçambique  

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