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18 Setembro de 2018 | 19h08 - Actualizado em 18 Setembro de 2018 | 19h08

Somália: Confrontos entre soldados e terroristas causam 16 mortos

Mogadiscio - Pelo menos 16 combatentes morreram segunda-feira na Somália, 11 dos quais membros do grupo terrorista Al-Shabab e cinco soldados, durante confrontos entre ambas partes, informou nesta terça-feira, um site local, citado pela Prensa Latina.

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MAPA DA SOMÁLIA

Foto: ANGOP

Uma força conjunta entre o exército nacional e tropas do estado semi-autónomo de Jubaland ocuparam uma base dessa organização na localidade de beled Hawo, adiantou Hiiraan Online.

As tropas capturaram também dois veículos tácticos com metralhadoras montadas e outras armas pesadas e ligeiras durante uma batalha que  durou várias horas, precisou o comandante de jubaland, general Jamal Hassan Farey.

Entre as baixas mortais do exército figura o oficial de alta patente Abdi Abdullahi Hassan, afecto as tropas de jubaland.

Porta-vozes do Al-Shabab, por seu turno, asseguraram que os soldados mortos durante o choque foram dez e não cinco, como anunciou o governo.

O exército e as forças da Missão da União Africana no país incrementaram suas operações contra essa organização extremista em regiões do sul, com apoio aéreo de efectivos dos estados Unidos, desdobrados no país.

Al-Shabab, frase que em árabe significa os jovens, surgiu em 2006 como ala radical do desaparecido Conselho de tribunais Islâmicos, juntou-se em 2012 com à Al-Qaida e agora luta para derrubar o governo para impor um califado baseado na lei islâmica ou Charia.

Essa organização controla territórios do centro e sul da Somália, a partir dos quais ataca instalações civis e governamentais no resto do país.

A Missão da União Africana na Somália apoia o governo contra essas milícias, mediante uma força de cerca de 22 mil soldados provenientes dos sete Estados membros: Uganda, Quénia, Burundi, Somália, Etiópia, Djibuti e Serra Leoa.

A Somália vive um estado de guerra civil, caos militar, político, governamental e social desde o derrube do presidente Mohamed Siad Barre, em 1991, altura em que morreram mais  de 20 mil pesoas e cerca de um milhão de deslocados.

                            

 




 


 

Assuntos Ataque  

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