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11 Janeiro de 2019 | 15h36 - Actualizado em 14 Janeiro de 2019 | 09h39

Aberta campanha eleitoral na África do Sul

Pretória - Os canais de televisão, rádio e media digital começaram nesta sexta-feira a divulgação na África do Sul das eleições de Maio próximo, uma campanha cuja intenção principal é atrair a participação de jovens, 50 por cento da população.

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Africa do Sul: Estátua de Nelson Mandela

Foto: Alexandre Joe

África do Sul: Artérias da cidade de joanesburgo

Foto: Pedro Parente

Esta campanha foi oficialmente apresentada pela Comissão Eleitoral numa cerimónia realizada no dia anterior na cidade de Midrand, na província de Gauteng, diante de líderes políticos, funcionários do governo, representantes da sociedade civil, diplomatas e jornalistas.

Apesar do facto de os menores de 30 anos constituírem metade dos habitantes desta nação da África Austral, este é o sector da população com a menor representação nos registos de votação para as eleições em data ainda a ser determinada em Maio.A publicidade divulgada pela media destaca jovens de todos os sectores da sociedade que explicam a importância de votar em uma nova África do Sul, 25 anos após o fim do apartheid e a chegada da democracia no país.

A Comissão também anunciou que os 22.927 escritórios de registo permanecerão abertos até 27 de Janeiro e que o processo para os sul-africanos residentes no exterior ocorrerá de 1 a 4 de Fevereiro nas embaixadas sul-africanas em 121 países.

De acordo com essas fontes, 26,1 milhões de sul-africanos já estão registados nas listas de votação.

Por seu turno, o Conselho Nacional de Províncias da África do Sul (uma das duas câmaras do parlamento nacional baseado na Cidade do Cabo) aprovou quinta-feira uma lei eleitoral alterada, que foi o primeiro passo para a adopção desta legislação depois de ter sido aceite pela Assembleia Nacional e assinada pelo Presidente Cyril Ramaphosa.

Este documento contempla, pela primeira vez, a participação de eleitores que não possuem os seus endereços cadastrados e estabelece que é ilegal o uso de recursos públicos para realização de campanhas políticas.

Enquanto isso, espera-se sábado que o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, e o Congresso Nacional Africano (ANC) anunciem o manifesto eleitoral do partido que lidera a nação desde as primeiras eleições democráticas realizadas em 1994.

Fontes oficiais disseram que o presidente Ramaphosa anunciará em breve o dia das eleições gerais.

Assuntos Eleições  

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