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25 Janeiro de 2019 | 02h07 - Actualizado em 25 Janeiro de 2019 | 02h06

Enviado da ONU na Líbia acusado de fazer parte da crise líbia

Trípoli - o enviado da Organização das Nações Unidas (ONU) à Líbia, Ghassan Salamé, faz parte da crise no país, declarou quarta-feira o porta-voz do Comando Geral do Exército líbio, o major-coronel Ahmed al-Mesmari.

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O major-coronel al-Mesmari aludia às declarações da Missão de Apoio das Nações Unidas na Líbia (UNSMIL, sigla em inglês) feitas domingo últimas em que expressou a sua profunda preocupação com notícias provenientes do sul do país sobre a mobilização das forças armadas e o crescente ciclo de declarações e contra declarações que, a seu ver, demonstram riscos crescentes de um conflito iminente.

O porta-voz disse, numa conferência de imprensa semanal, que "o exército líbio continua suas as operações militares no sul do país no âmbito de se  livrar de terroristas e de criminosos e estabelecer a influência do Estado em todo o seu território.

A população de Sebha (sul) junta-se ao Exército nestas operações contra organizações terroristas no sul, acrescentou.

O Comando Geral do Exército Nacional líbio, baseado no leste da Líbia, anunciou que o seu comandante, o marechal Khalifa Haftar, ordenou estas ofensivas no sudoeste do país para proteger as  populações locais contra organizações terroristas e criminosos a fim de preservar a unidade do território líbio.

O major-coronel al-Mesmari frisou que os militares conseguiram eliminar um grupo de terroristas procurados a nível internacional, enfatizando que a batalha continuará até à eliminação do terrorismo.

"Contamos com as verdadeiras forças nacionais para salvarmos a Líbia. A eliminação do terrorismo é da responsabilidade de todos. A nação país não pode perder mais tempo. Há grandes países por trás do terrorismo e o povo líbio não deve deixar o país para fugirem para outros países ", declarou o porta-voz do Exército líbio.

Assuntos Conflito  

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