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11 Fevereiro de 2019 | 17h25 - Actualizado em 11 Fevereiro de 2019 | 17h25

Mais de 13 milhões de crianças afectadas por difíceis situações em África

Nova Iorque - As condições de pobreza, a mudança climática e o deslocamento populacional devido aos conflitos afectam hoje 13,5 milhões de crianças em África, indica um relatório recente do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

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Logotipo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF)

Foto: Divulgação

Por ocasião da Cimeira da União Africana (UA), realizada neste fim-de-semana, o UNICEF divulgou novos dados que reflectem a necessidade de reforçar as políticas nacionais e a cooperação regional e internacional para garantir os direitos das crianças.

Segundo esta agência da ONU, um em cada quatro migrantes em África é uma criança (mais que o dobro da média mundial) e 59% dos 6,8 milhões de refugiados são menores.

Face a este cenário, o UNICEF apelou aos governos da União Africana para implementar políticas e programas para proteger, capacitar e investir nas crianças refugiadas.

De acordo com a directora executiva do UNICEF, Henrietta Fore, alguns países africanos já adoptaram medidas positivas a este respeito e existem muitas iniciativas promissoras, tanto a nível local como nacional e regional.

Nesse sentido, Fore solicitou a colaboração dos Estados membros da UA para recolher e partilhar dados fiáveis, a fim de dispor de maior conhecimento de como a migração e o deslocamento forçado afectam às crianças e suas famílias.

O UNICEF apelou igualmente para proteger as crianças expostas à violência, ao abuso, à exploração e ao tráfico, bem como reforçar as respostas transnacionais de protecção e pôr fim à detenção de menores por razões de migração.

Manter a unidade familiar e a conceder um estatuto legal às crianças, garantindo condições de aprendizagem aos migrantes e deslocados, e facilitando-lhes o acesso aos serviços de saúde e outros serviços de qualidade, figuram entre as exigências desta agência da ONU.

Assuntos África  

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