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13 Novembro de 2019 | 09h58 - Actualizado em 13 Novembro de 2019 | 13h34

EUA vão continuar a sancionar a impunidade na EDC

Kinshasa - Os Estados Unidos da América vão continuar a sancionar a impunidade e a corrupção na República Democrática do Congo (RDC), disse terça-feira, 12, em Kinshasa, o enviado especial de Washington para a Região dos Grandes Lagos, Peter Pham, citado pela AFP.

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Bandeiras dos EUA

Foto: Angop

O diplomata americano revelou essa nova forma que marca o apoio de Washington ao Presidente Félix Tshisekedi, no termo de uma visita de trabalho à capital congolesa.

Em comunicado, Pham sublinhou que Washington vai continuar a usar todos os instrumentos, incluindo sanções, para se assegurar que os corrompidos, os que violam os direitos humanos, os que ameaçam a paz e a segurança na região, sejam responsáveis dos seus actos.

“Encorajo o Presidente Tshisekedi a redobrar esforços para reformar e reforçar as instituições democráticas congolesas, para combater a corrupção”, escreveu.

O americano observou que os congoleses exigem que os seus dirigentes políticos rompam com o círculo vicioso da avareza e da impunidade.

Em Setembro último, o Presidente Tshisekedi tinha afirmado querer mudar “as mentalidades” contra a corrupção no seu país”, sem “ajustes de contas e sem buscar o passado dos responsáveis que ainda estão no governo”.

Proclamado vencedor da eleição presidencial de 30 de Dezembro de 2018, Tshisekedi governa em coligação com as forças políticas lideradas pelo seu predecessor, Joseph Kabila, que têm maiorias qualificadas na Assembleia Nacional, no Senado e nas 24 das 26 províncias da RDC, segundo os resultados eleitorais oficiais.

Desde a sua investidura a 24 de Janeiro de 2019, os EUA apoiam-no, tendo sido recebido a 04 de Abril, em Washington, pelo secretario do Estado, Mike Pompeo.

Washington é também o primeiro contribuinte financeiro no combate a epidemia do Ebola, que desde Agosto de 2018, já matou duas mil pessoas no Leste da RDC.

Assuntos RDCongo  

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