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28 Junho de 2019 | 11h59 - Actualizado em 28 Junho de 2019 | 12h19

Moçambique: Governo defende introdução de lei sobre liberdade religiosa

Maputo - O ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos de Moçambique, Joaquim Veríssimo, defendeu hoje (28) a adopção de uma lei sobre liberdade religiosa para disciplinar a conduta da religião no país, manifestando preocupação com práticas vigentes em algumas igrejas.

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Moçambique: Vista parcial da cidade Capital Maputo

Foto: NELSON MALAMBA

"Preocupam-nos imenso as imagens, áudios e vídeos que circulam nas redes sociais, reportando actuações de algumas confissões religiosas", afirmou Joaquim Veríssimo, citado hoje pelo Notícias.

Vídeos e áudios de líderes de seitas religiosas a protagonizarem supostos milagres têm circulado recorrentemente nas redes sociais em Moçambique, desencadeando o repúdio em vários círculos sociais no país.

O ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos afirmou que o Governo e as igrejas devem reflectir em torno de práticas que se desviam da vocação moralizadora da religião.

A lei sobre liberdade religiosa que o executivo moçambicano vai submeter à Assembleia da República vai incluir um código de conduta, acrescentou Joaquim Veríssimo.

As autoridades moçambicanas pretendem igualmente controlar o fenómeno de igrejas não registadas.

Apesar da preocupação com práticas de algumas igrejas, o governante reconheceu a importância da religião em vários domínios sociais e da moral.

"As vossas contribuições inspiraram as reformas legais que permitiram a consolidação e adequação do nosso sistema jurídico, tornando-o cada vez mais justo, ao alcance de todos, com enfoque nos direitos, deveres e liberdades fundamentais dos cidadãos", declarou Joaquim Veríssimo.

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