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12 Julho de 2019 | 17h28 - Actualizado em 12 Julho de 2019 | 17h28

Onze bebés morrem no maior hospital queniano vítimas de infecção

Nairobi - Onze bebés morreram na semana passada na unidade de recém-nascidos do hospital Nacional Kennyatta (KNH) em Nairobi, a maior unidade hospitalar pública do Quénia, vítimas de uma infecção bacteriana, informaram hoje fontes médicas.

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Bandeira do Quénia

Foto: Divulgação

Os recém-nascidos foram vítimas da bactéria "Klebsiella", resistente aos antibióticos, uma problema que foi agravado pela falta de meios, de acordo com fontes anónimas do KNH ao diário local "Daily Nation", citado pela agência Efe.

A "Klebsiella pneumoniae" vive no tubo digestivo dos humanos, ainda que se encontre em qualquer lugar do meio ambiente e no intestino de muitos seres vivos.

Entre os factores de risco para contraírem a doença está a prematuridade, pelo que as unidades de neonatologia são espaços em que podem ocorrer surtos bacteriológicos desta estirpe.

De acordo com informações preliminares a que o Daily Nation teve acesso, a actual taxa de mortalidade na unidade de recém-nascidos do KNH é de 48%.

Esta não é a primeira vez que o KNH se encontra envolvido em polémicas. No passado mês de Maio, o diário local "The Standart" revelou o resultado de uma auditoria levada a cabo em 2018 por médicos consultores e professores da Escola de Medicina da Universidade de Nairobi.

Dos 320 bebés estudados, 80 morreram num período de sete dias no KNH.

No ano passado, o hospital também foi notícia pela suspensão de vários médicos que praticaram por erro uma cirurgia cerebral a um homem que não precisava dela.

Assuntos Quénia  

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