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13 Fevereiro de 2020 | 05h36 - Actualizado em 13 Fevereiro de 2020 | 12h59

Senegal reafirma decisão de não legalizar homossexualidade

Dakar - O chefe de Estado senegalês, Macky Sall, reafirmou quarta-feira, em Dakar, a sua decisão de não legalizar a homossexualidade, uma posição que exprimiu em 2013 durante a visita ao Senegal pelo então Presidente americano, Barack Obama.

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Senegal - Bandeira

Foto: Divulgação

"Não se pode pedir ao Senegal que legalize a homossexualidade e amanhã será a Gay Pride. Isto não é possível”, declarou à imprensa no termo de uma entrevista com o primeiro-ministro canadiano, Justin Trudeau.

A questão foi levantada durante o seu encontro com Trudeau, chegado terça-feira à noite a Dakar para uma visita oficial de três dias.

"Evidentemente, respeito a sua escolha (de Trudeau) de ser defensor dos direitos, não sou menos um. Só que as leis dos nossos países obedecem a normas que são o condensado dos nossos valores de cultura e de civilização. Com efeito, estas leis são o reflexo desta visão, da nossa maneira de viver e de ser. Isto nada tem a ver com a homofobia”, acrescentou o Presidente Sall.

Lembrou que o Senegal é um Estado de Direito, mas que as suas leis proíbem algumas práticas atentatórias contra os bons costumes do país, nomeadamente a homossexualidade.

"É isto que se aplica, mas os que têm uma orientação sexual segundo a sua escolha não são objecto de exclusão”, disse.

A visita de Trudeau destinou-se a reforçar as relações entre o Canadá e o Senegal, dois países cuja cooperação data do início de 1960.

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