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18 Setembro de 2020 | 14h52 - Actualizado em 18 Setembro de 2020 | 14h51

Guiné Conakry: Arranca campanha para as presidenciais no país

Conakry - A campanha eleitoral para as eleições presidenciais de 18 de Outubro na Guiné Conakry inicia-se nesta sexta-feira à meia-noite e termina a 17 de Outubro às 12 horas, de acordo com um decreto lido quinta-feira à noite na Rádio Televisão da Guiné Conakry (RTG).

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Onze candidatos, incluindo duas mulheres, vão competir com o presidente cessante, Alpha Condé, que continua a beneficiar diariamente dos movimentos de apoio, criados por jovens e mulheres, para a sua reeleição na primeira volta.

Cada um dos doze candidatos pagou como caução 800 milhões de francos guineenses, ou cerca de 50 milhões de francos CFA (quase 100 mil dólares americanos), contra 500 milhões de francos guineenses pagas durante as presidenciais de 2015.

A Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI), que indicou recentemente ter registado cinco milhões 400 mil eleitores e cancelado 212 mil duplos, é atacada pelo partido do ex-primeiro-ministro Mamadou Cellou Dalein Diallo, líder do União das Forças Democráticas da Guiné (UFDG), que denunciou "um aumento" do número de eleitores nas zonas de influência da Coligação para o Povo da Guiné Conakry (RPG Arco-íris, no poder), particularmente a Alta Guiné e na região de Savana.

Por sua vez, a Frente Nacional de Defesa da Constituição (FNDC), estrutura que, há um ano, denunciou a "instauração de uma nova lei fundamental que permite ao presidente (Alpha Condé) disputar um novo mandato, além dos seus dois cinco anos findos, anunciou a retomada, no final de Setembro corrente, de manifestações de rua em todo o país, com o objectivo de o obrigar a deixar o poder.

A FNDC convocou os seus membros, incluindo líderes da oposição, a boicotarem as eleições, se Condé concorrer.

Ameaça excluir das suas fileiras os candidatos, em particular o ex-primeiro-ministro Mamadou Cellou Dalein Diallo, bem como  Ousmane Kaba e Abdoul Kabelè Camara, ambos ex-ministros de Condé, que se juntaram à oposição depois de saírem do Governo.

Manifestações da FNDC, que se prevêem pacíficas, terminam sempre por actos de violência, que resultam em mortes e ferimentos nas fileiras dos manifestantes e das forças da ordem, refere-se.

Assuntos Eleições  

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