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14 Janeiro de 2013 | 20h31 - Actualizado em 15 Janeiro de 2013 | 17h16

Ministério do Ambiente encerra empresa Angoreycling

Fiscalização

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Dezenas de populares foram internados

Foto: Angop

Luanda - O Ministério do Ambiente, através do seu Serviço Nacional de Fiscalização Ambiental, encerrou hoje para tempo indeterminado a empresa Angoreycling, depois de ter feito vazar o gás tóxico “cloro”, que causou dezenas de desmaios nos Mulenvos, município de Viana, em Luanda.

Além de ser encerrada, a empresa foi multada com valores considerados muitos avultados, de acordo com o inspector adjunto do Serviço Nacional de Fiscalização Ambiental, Kayasso Cunha, que avançou o dado à Angop.

Apesar da decisão tomada pelo Ministério do Ambiente, Kayosso Cunha deu a conhecer que a empresa está a colaborar de forma positiva na estabilidade das famílias já recuperadas, depois de terem inalado o gás “cloro” que vazou a semana passada na região dos Mulenvos, município de Viana.

De acordo com a fonte, a sociedade civil, Polícia Nacional e a administração municipal, assim como os técnicos do Ministério do Ambiente trabalham na localização de um local mais apropriado para o armazenamento das centenas de botijas supostamente vazias, que se encontram armazenadas naquela empresa.

“Ainda não contabilizamos as mesmas, porque evitamos nos aproximar delas, para evitar mais desmaios”, disse.

Por meios de alguns equipamentos modernos utilizados no local, garantiu já estar “puro” o ar naquela circunscrição, depois do vazamento, pelo que vão preferir manter as famílias alguns dias mais distantes, até as coisas estarem bem estabilizadas e encaminhadas”.

Kayosso Cunha desmentiu de igual modo as informações veiculadas por alguns órgãos de comunicação social, segundo as quais o vazamento do produto tóxico causou mortes.

Visitas constantes serão efectuadas no local, para que casos do género não voltem a acontecer, até que se transfiram as botijas, estimadas em mais de 100 (cujo produto foi utilizado pela EPAL), para um local apropriado e seguro.

O vazamento do produto tóxico causou os desmaios de centenas de pessoas, isto é mais de 100, entre homens, mulheres e crianças, que apresentaram irritações na garganta e dores no corpo.

Assuntos Província » Luanda  

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