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18 Dezembro de 2014 | 20h39 - Actualizado em 18 Dezembro de 2014 | 20h39

Angola: Parque Nacional da Kissama regista mais de quatro mil turistas

Luanda - A administração do Parque Nacional da Kissama, em Luanda, registou um movimento de quatro mil 83 turistas nacionais e estrangeiros, de Janeiro a Novembro deste ano, menos 37 em comparação com o ano de 2013, soube hoje a Angop.

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Sem precisar as nacionalidades dos estrangeiros, o administrador do Parque Nacional da Kissama, Miguel Savituma, referiu que o número de turista ainda não é o mais satisfatório, um facto que será diferente nos próximos tempos no quadro da sua contribuição na diversificação da  economia em Angola.

Em  declarações à Angop, referiu que o Ministério do Ambiente continua a apostar na melhoria e aumento de infra-estruturas no parque, que possam garantir melhor acolhimento dos  turistas que se interessarem em visitar aquela área de conservação.

"Dos quatro mil e 83 turistas registados 740 pernoitaram e os três mil e 343 passaram o dia. Mas acredito que este número poderá vir aumentar até o final deste ano", augura Miguel Savituma.

A  pousada de Kawa, isso alguns  quilómetros depois do portão principal do Parque Nacional da Kissama, possui bangalós feitos de madeira, uma sala de conferência multiuso, restaurante-bar, além da área administrativa e outros espaços que estão a ser projectados para a promoção do eco-turismo nos próximos tempos.

Encontram-se em fase de conclusão, as obras de construção da sua entrada principal (portão principal), uma piscina e  um herbário, no quadro dos investimentos do Ministério do Ambiente.

Em  bom curso decorre o projecto "Arca de Noe", uma cerca de arame electrificada de cerca de 11 mil hectares  "identificada por zona de reprodução", criada entre os finais da década de noventa e princípios de 2000 pela Fundação Kissama, com objectivo de recuperar o parque e onde foram introduzidas algumas espécies vindas da África do Sul e Zimbabwe. 

Este espaço que tem atraído atenção dos turistas que visitam o Parque, além de outros animais fora da cerca eléctrica, reproduzirem-se varias espécies, dentre as quais, girafas, elefantes, gungos, hipopótamos, zebras e outros.

Com uma extensão de nove mil 960 quilómetros quadrados, o parque da Kissama conta com quatro postos fixos para patrulhamento, que são assegurados pelos fiscais do parque.

Ainda com insuficiência em termos de viaturas, esforços continuam a ser envidados para o reforço das mesmas, incluído para o safari, com vista a apoiar os turistas.

Instituído como Parque Nacional em 1938, o Parque da Kissama está situado na região noroeste do país, a uma distância de aproximadamente 70 quilómetros da cidade de Luanda.

Faz parte das zonas de protecção integral da natureza. Limita-se com o Oceano Atlântico, mantendo 120 quilómetros de área costeira e com os rios Cuanza e Longa.

A vegetação do parque varia muito, com bosques onde predominam árvores como o miombo, além de arbustos densos e savanas arborizadas.

O parque possui uma grande variedade de aves. Na estação chuvosa, às margens dos rios Cuanza e Longa ficam repletas de aves aquáticas como flamingos, garças, patos e pelicanos.

No parque podem ser encontrados, elefantes, girafas, zebras, gnus, avestruzes e diversas espécies de antílopes.

A nível  nacional, o Parque de Kissama é o que possui actualmente melhores estruturas para receber turistas, em comparação com os demais existentes em Angola.

Assuntos Parques   Província » Luanda  

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