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08 Setembro de 2015 | 19h48 - Actualizado em 09 Setembro de 2015 | 08h59

Pau de Cabinda tráfico em massa na floresta do Maiombe

Luanda - O director nacional da Biodiversidade do Ministério do Ambiente, Joaquim Manuel, anunciou que nos últimos tempos, observa-se o tráfico em massa do Pau de Cabinda na floresta do Maiombe, utilizado como produto afrodisíaco.

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Floresta do Maiombe

Foto: Liliana Ramos Lisa

Sem avançar detalhes, Joaquim Manuel, que apresentou o tema “A caça furtiva em Angola”, na conferência internacional da caça furtiva, que decorreu em Menongue de 02 a 04 de Setembro, referiu que o mesmo tem sido exportado para alguns países da Europa, onde já está a ser transformado.

Em algumas farmácias da cidade de Luanda (capital), já é possível observar o produto final e transformado do Pau de Cabinda, como por exemplo o “Cabinda Power”. 

Apesar desta particularidade com o Pau de Cabinda, Joaquim Manuel frisou que o tráfico de  outras é quase inexistente nas províncias de Cabinda, Zaire, Uíge, Bengo e Cuanza Norte, onde  dois porcento, dos 43,3 de cobertura florestal nacional, corresponde a floresta densa húmida de alta produtividade.

“Hoje, estima-se que o tráfico de plantas e seus produtos está abaixo de 1 % do tráfico mundial”, avançou o responsável.

Na sua óptica, o Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF) em Cabinda tem registado a entrada de madeira serrada de mais de cinco espécies proveniente da República Democrática do Congo.

Angola apresenta uma extensão florestal de aproximadamente 53 milhões de hectares, o que corresponde a 43,3 por cento da sua superfície territorial.

As queimadas anárquicas, em função da prática da caça e prática agrícola, tem posto em risco as mais diversas zonas florestais existentes em Angola.

Deu a conhecer que em Angola existem tráfico de espécies de animais como macaco, chimpanzés, pombo verde e e papagaio, maioritariamente proveniente da província de Cabinda, Cuanza Norte, Uíge e em menor quantidade do sul do país.

Assuntos Flora   Província » Cabinda  

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