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21 Outubro de 2015 | 04h21 - Actualizado em 22 Outubro de 2015 | 14h40

Angola: Directora regional do PNUA confiante no contributo do país no combate à caça furtiva

Luanda - A directora regional do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA) para África, Juliette Biao Koudenoukpo, afirmou terça-feira, em Luanda, que a sua instituição conta com o contributo de Angola no combate ao comércio ilegal de animais e seus artefactos.

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Directora regional do PNUA para África,Juliette Biao Koudenoukpo

Foto: angop

Juliette Biao Koudenoukpo, que falava à  imprensa no final de uma visita efectuada ao Parque Nacional da Kissama (Luanda) a convite da  ministra do Ambiente, Fátima Jardim, reconheceu que  Angola, mesmo  sem  o apoio de  organismos estrangeiros,  tem estado  a trabalhar na elaboração de planos e programas que  visam o combate à caça ilegal de várias espécies de animais, sobretudo os de grande porte.
 
“A nível da região africana estamos a elaborar um plano estratégico  para o combate  deste  mal que  afecta vários  países e  Angola,  mesmo sem  o apoio  de organismos externos, já  começou a trabalhar para o efeito. Neste sentido, os demais países devem apender mais com  Angola,”ressaltou.
 
A directora regional do PNUA considerou ainda que o país tem grandes oportunidades para mostrar ao  mundo as acções que tem estado a implementar, quer em termos ambientais, quer sociais e económicos.
 
Por isso, acrescentou, “o Governo angolano precisa investir mais no sector ambiental para que possa alcançar os objectivos almejados, embora o trabalho que está a ser feito sob a liderança do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, seja muito positivo”.
 
A responsável disse também estar regozijada com o facto de Angola ser um dos países africanos que mais rapidamente cresceu em termos de investimento feitos nos últimos 10 anos no domínio do ambiente.  
 
A título de exemplo, enalteceu os investimentos feitos nas diversas áreas de conservação da fauna e flora angolana.

Na sua deslocação à Quissama, a responsável visitou diversas infra-estruturas, das quais um herbário, a escola de formação fiscais, residências para técnicos, além das instalações administrativas do parque.
 
Na ocasião, a ministra  do Ambiente, Fátima Jardim, disse que as autoridades continuam a trabalhar para que a questão do ambiente seja vista de forma participativa naquilo que é o plano de desenvolvimento de Angola.
 
De acordo com Fátima Jardim, estão a ser feitos investimentos nas áreas de conservação, formação e capacitação de quadros nas mais variadas vertentes, além de outros segmentos.
 
A governante reiterou que o país está a cumprir com os compromissos assumidos ao nível internacional,  tendo em conta o papel que Angola exerce na liderança africana, especialmente no tocante ao sector do ambiente.
 
Juliette Biao Koudenoukpo encontra-se desde domingo em visita de trabalho ao país para constatar as acções em prol da melhoria da gestão e conservação do ambiente.

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