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25 Setembro de 2017 | 16h41 - Actualizado em 25 Setembro de 2017 | 16h40

Governante defende evolução da Comissão Multissectorial do Ambiente

Luanda - A ministra do Ambiente, Fátima Jardim, defendeu hoje (segunda-feira), em Luanda, a evolução da Comissão Multissectorial do Ambiente (CMTA) para uma Comissão de Desenvolvimento Sustentável de Angola, dentro do que são os desafios globais.

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Fátima Jardim - Ministra do Ambiente (Arquivo)

Foto: Clemente dos Santos

A responsável fez este pronunciamento quando dissertava no acto de apresentação do relatório do Estado Geral do Ambiente (REGA).

De acordo com a ministra, esta evolução é de sugestão das partes integrantes na referida comissão ambiental que prima por um desenvolvimento, mas sempre sustentável com pilares de responsabilidades que são vistos nos objectivos aprovados recentemente pelas Nações Unidas e revisto no programa do Estado angolano até 2050.

“Estamos todos a participar na renovação de uma nova agenda para Angola, tendo em conta que a agenda 25 está no seu término, mas já se trabalha para a agenda 50. Há países que já trabalham para a agenda 100 e a África igualmente trabalha para agenda 63”, sublinhou.

Por seu turno, o relatório refere ser preciso continuar com as campanhas de sensibilização e consciencialização da população para impedir o surgimento de patologias decorrentes da falta de saneamento, da degradação do meio ambiente face a intervenção do homem e garantir uma vida sustentável.   

O país aspira pertencer até 2025 ao grupo dos Países de Desenvolvimento Humano Elevado, razão pela qual o combate à pobreza é de facto uma prioridade do Governo, e tem sido positivo o ritmo da sua redução.

A caça ilegal está atingir níveis preocupantes no território angolano e os maiores flagelos a nível comercial de espécies de pequeno, médio e grande porte para o mercado interno e externo.

Esta prática ilegal pode vir a pôr em causa a sobrevivência de recursos da diversidade biológica.

Assuntos Ambiente  

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