Angop - Agência de Notícias Angola PressAngop - Agência de Notícias Angola Press

Ir para página inicial
Luanda

Max:

Min:

Página Inicial » Notícias » Ambiente

13 Março de 2018 | 12h51 - Actualizado em 13 Março de 2018 | 12h48

Autoridades priorizam combate à caça ilegal em Cabinda

Cabinda - O combate à caça furtiva e exploração ilegal de madeira na floresta do Maiombe destacam-se das prioridades do Ministério do Ambiente para protecção das espécies - anunciou em Cabinda a ministra do ambiente, Paula Francisco Coelho.

Envia por email

Para compartilhar esta notícia por email, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Corrigir

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

1 / 1

Floresta do Maiombe

Foto: Angop

Um perspectiva do municipio de Buco-Zau, a meio do Maiombe

Foto: Pedro João

A governante, que se encontra em Cabinda desde o último final de semana, onde se deslocou aos municipios do Buco-Zau e de Belize, explicou existir um processo de enquadramento de ex-militares como fiscais, para maior controlo e preservação da fauna e flora no Parque Nacional Maiombe.

Sobre o assunto, o administrador do parque, José Maria Bizi, disse que o local necessita de elevar os seus 15 fiscais para 65 efectivos.

Em declarações à Angop, no âmbito da visita da ministra do Ambiente a Cabinda, José Bizi argumentou que os 15 fiscais não conseguem controlar os 193 mil hectares do parque, desde o município de Cacongo aos do Buco-Zau e Belize, para fiscalização e combate à exploração ilegal de madeira, caça furtiva e a outros meios de agressão ao meio.

Para atenuar a carência de fiscais, a administração do parque recorre a pessoas de confiança que prestam informações sobre a acção dos caçadores ou madeireiros ilegais.

Além de caçadores e madeireiros ilegais, o administrador alertou a existência de actividades (por ignorância e subsistência) de aldeões que lesam os ecossistemas do parque.

Defendeu a realização de campanhas de educação ambiental para ensinar os habitantes no perímetro do parque a proteger a vida vegetal e animal.

A seu ver, quando a sociedade compreender as razões de se conservar e proteger o parque, subsequentemente será fomentado o ecoturismo, de tal sorte que abundarão turistas no Parque Nacional Maiombe e emprego para jovens.

Na sequência, a ministra salientou existir trabalho a nível das unidades sobre os crimes ambientais que têm reforçado as acções de sensibilização no Parque Nacional Maiombe".

No tocante ao centro turístico Resort do Maiombe, apesar de afirmar que carece de uma certificação internacional para o fomento do ecoturismo na região, Paula Coelho desafiou os angolanos a visitar o lugar.

 

Assuntos Caça   Flora   Província » Cabinda  

Leia também
  • 26/09/2018 12:44:55

    Proteção da floresta do Maiombe reúne peritos em Luanda

    Luanda - As metodologias de sustentabilidade a serem aplicadas por Angola, Gabão, RD Congo e Congo Brazzaville para a protecção da Floresta do Maiombe foram analisadas hoje (quarta-feira), em Luanda, por peritos destes quatros países.

  • 11/09/2018 12:21:38

    Governo avalia caça furtiva no parque do Maiombe

    Luanda - Um diagnóstico sobre a caça furtiva no Parque Nacional do Maiombe, em Cabinda, está a ser elaborado pelo Ministério do Ambiente, no âmbito da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção (CITES).

  • 21/08/2018 12:29:13

    Angola participa no congresso africano de fiscais ambientais

    Luanda - Uma delegação de sete fiscais ambientais angolanos vai representar o país no Congresso Africano dos Fiscais, a decorrer de 20 a 25 deste mês em Joanesburgo, na África do Sul.

  • 08/08/2018 14:30:26

    Provedor de Justiça apela a sinergias para combate aos crimes ambientais

    Luanda - O provedor de justiça angolano, Ferreira Pinto, advogou hoje (quarta-feira), em Luanda, a necessidade da união de sinergias com conhecimento técnico e científico para os desafios globais de conservação da biodiversidade