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01 Agosto de 2018 | 14h33 - Actualizado em 01 Agosto de 2018 | 16h35

Ministra quer acautelar situação ambiental nas escolas do país

Luena - A ministra do Ambiente, Paula Francisco, disse hoje (quarta-feira), no Luena, que está na forja um plano de trabalho conjunto na base de um memorando de colaboração que poderá ser assinado entre o seu sector e o da Educação, com vista a acautelar a situação ambiental nas escolas do país.

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Moxico: Ministra do Ambiente, Paula Francisco visita escola Nº 179 Tchifutchi

Foto: Kinda kyungu

Moxico: Ministra do Ambiente, Paula Francisco

Foto: Kinda kyungu

A governante, que falava à Angop no termo de uma visita efectuada na escola primária do bairro Tchifuchi, arredores desta cidade, em obras de ampliação, explicou que o plano consistirá na radiografia dos estabelecimentos escolares para rever as premissas existentes para proporcionar a educação ambiental aos educandos.

A ministra que disse ser cada vez mais acentuadas as preocupações ambientais no seio das escolas, referiu que se pretende incutir na mente dos alunos a importância de uma planta e animais, bem como o interesse aos recursos naturais, a partir da tenra idade para que se crie o amor, de modo a ter se quadros de continuidade também para o sector.

“A nossa visita cinge naquilo que é a cautela ambiental para que a escola tenha sustentabilidade”, sublinhou Paula Francisco, realçando que realmente são muito precárias as condições em que os alunos se encontram.

A ministra que se fazia acompanhar do governador provincial do Moxico, Gonçalves Muandumba, no âmbito de uma jornada de trabalho que realiza nesta região, sugeriu a criação de espaços verdes e de lazer nos recintos escolares para permitir aos alunos aprender a brincar, acreditando que essa poderá ser uma metodologia de algumas práticas em tempos livres ligadas à educação ambiental.

Sobre a obra em curso, reforçou a ideia de não abater as árvores que se encontram no recinto escolar, assim como preservar os passos dados ao estudo do impacto ambiental realizado e acompanhar o programa de sustentabilidade de forma a transformar a província cada vez mais verde.

Leccionando com 26 professores e mil e 620 alunos matriculados no presente ano lectivo, a escola será requalificada e ampliada, passando de quatro para 19 salas de aula, cujas obras com a duração de seis meses estão avaliadas em 280 milhões de kwanzas.

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