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10 Janeiro de 2019 | 16h07 - Actualizado em 10 Janeiro de 2019 | 17h03

Jardins gastam mais de AKZ 300 mil/mês

Luanda - Pelo menos 300 mil kwanzas (AKZ) são investidos mensalmente, pela Comissão Administrativa da Cidade de Luanda (CACL), para assegurar a manutenção regular dos sete principais espaços verdes da capital angolana.

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Segundo uma fonte próxima à CACL, esse trabalho é assegurado por quatro empresas nacionais e, em alguns casos, pode chegar a custar um milhão de kwanzas.

O montante é aplicado na irrigação e manutenção dos jardins do Cemitério do Alto das Cruzes, Largo do Lumeje, Largo Serpa Pinto, da Igreja do Carmo, da Comissão Administrativa, do Hospital Josina Machel e do Governo Provincial de Luanda.

A esse respeito, a presidente da CACL, Maria Nelumba, disse, nesta quinta-feira, que a redução desses custos passa pela criação de um sistema de irrigação interligado à rede de distribuição de água, da Empresa de Abastecimento de Água de Luanda (EPAL).

Ao intervir no acto de encerramento do 1º curso de jardinagem, considerou fundamental o trabalho com a EPAL na criação desse sistema, porque, a seu ver, "não é rentável regar os jardins com cisternas".

Explicou que, com esse modelo de cisternas, gasta-se valores avultados em combustível para os camiões e na compra de água para a rega dos jardins.

Quanto ao estado de abandono em que se encontram os jardins da cidade de Luanda, disse dever-se ao facto de a empresa brasileira Odebrecht, encarregue da criação e manutenção dos locais, ter desistido do projecto, alegadamente por falta de verbas.

Em 2018, o director do gabinete dos serviços comunitários do município de Luanda, Sílvio Alvarenga, deu a conhecer que medidas estavam a ser tomadas para melhorarem a imagem da cidade capital.

Entretanto, é notório que os jardins da Avenida Deolinda Rodrigues, Ho Chi Min, Alameda Manuel Van-Dúnem e outros encontram-se em estado de abandono.

Os jardins da cidade de Luanda foram elaborados no âmbito do Projecto Vias de Luanda, que tinha como objectivo reabilitar as principais avenidas da capital angolana e a instalação de novos pavimentos, com calçadas, iluminação pública, mobiliários, recuperação de lancis e valas técnicas.

O programa, sob a égide do Governo Provincial de Luanda, esteve a cargo da multinacional brasileira Odebrecht, que redesenhou a paisagem urbana dos principais corredores viários da província.

O Projecto Vias de Luanda, além da restauração e a melhoria das infra-estruturas existentes na cidade, realizou diversas acções sociais e ambientais para sensibilizar as comunidades quanto às suas responsabilidades na manutenção das melhorias adquiridas.

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