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17 Abril de 2017 | 16h56 - Actualizado em 17 Abril de 2017 | 16h56

Paz marca viragem no crescimento económico e social da Huíla

Lubango - A conquista da paz, há 15 anos, representou marco importante para a província da Huíla, pois passou a conhecer, desde então, um incremento do investimento nos principais factores de crescimento a nível económico e social, resultando no aumento da oferta de bens e serviços à população.

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Exposição de animais na feira provincial agro-pecuária

Foto: Morais Silva

Criação de peixe em cativeiro cresce

Foto: Saturnino Tomás

(Por Morais Silva e Manuel Fernandes)

Em virtude disso, são hoje visíveis avanços dados a diferentes áreas, com particular realce para a produção agro-pecuária, indústria ligeira e de transformação de alimentos e indústria pesada, designadamente, exploração mineira.

Consta, igualmente, a construção de infra-estruturas de suporte às actividades da Saúde, dos transportes ferroviário e aéreo e a reabilitação da rede de estradas entre os 14 municípios da província, proporcionando, desta feita, circulação livre e segura de pessoas e o escoamento de produtos do campo para as cidades.

Outras áreas, como a dos Desportos, Cultura, Hotelaria e Turismo, beneficiaram, também, da atenção do Executivo, mas o grande destaque recai para a Educação e Ensino, cuja produção orgulha os huilanos e não só, pelo número de quadros formados localmente e pelo serviço da reconstrução do país.

Educação e Ensino Superior

Esse foi dos sectores que mais cresceram, uma vez que a Huíla possuía dos mais elevados índices de pessoas fora do sistema de ensino, com um número acima de 140 mil crianças, sobretudo pela falta de escolas, cuja cifra se fixava em pouco mais de 90.

Apesar de ainda ter quatro mil crianças nesta situação, reconhece-se que a redução se deveu ao exponencial crescimento da sua rede escolar, para mil e 843 unidades, correspondendo a seis mil e 526 salas de aula, onde, anualmente, estudam pelo menos um milhão de alunos.

A nível do ensino primário, existem mil 679 escolas, 54 do ensino primário, 73 do 1.º ciclo do ensino secundário, 36 do 2.º ciclo e uma do ensino especial.

Em 2002, vinte e três mil crianças foram matriculadas na iniciação. Passados 15 anos, actualmente existem 538 mil e 828 alunos no ensino primário, 112 mil e 842 no 1.º ciclo e 49 mil 386 no 2.º.

O subsistema do ensino superior foi outro que marcou passos largos. Do Instituto Superior de Ciências da Educação, ISCED, às Faculdades de Direito e de Economia da Universidade Agostinho Neto, a Huíla ganhou a Universidade Mandume Ya Ndemofayo (UMN), com sete unidades orgânicas, bem como seis instituições privadas.

A UMN faz parte da 6.ª Região Académica e abrange as províncias da Huíla e do Namibe, bem como congrega as Faculdades de Economia, Direito, Medicina, o Instituto Superior Politécnico da Huíla e as Escolas Superiores Politécnica e Pedagógica do Namibe.

A nível privado, funcionam os Institutos Superiores de Teologia, Politécnico Independente e Gregório Semedo, bem como a Universidade Evangélica Sinodal de Angola (WESA), que, no geral, albergam mais de 20 mil estudantes.
 

Saúde

A saúde é outro sector que já andou muito “doente”, mas os ventos da paz sopraram suavemente e enriqueceram esta ala da vida. Se em 2002 existiam apenas seis unidades públicas de referência, hoje o quadro é diferente.

Os municípios têm hospital com capacidade para intervenções cirúrgicas, pois possuem médicos e demais pessoal de apoio, para além de centros de saúde de referência, centros materno-infantis, postos médicos e de enfermagem, distribuídos pelas comunas e sectores, assim como de uma escola de saúde.

Nesta actividade, concorre também o sector privado, com sete clínicas, 45 centros médicos, 61 postos de enfermagem, três gabinetes de oftalmologia e cinco de estomatologia, cinco centros médicos naturísticos e um de fisioterapia, assim como cinco consultórios médicos e dois naturísticos.

No geral, a rede sanitária integra mais de 400 unidades, com destaque para o Hospital Geral do Lubango, reabilitado, ampliado e reequipado em 2005, assim como para quatro novos hospitais especializados de grande dimensão, designadamente, Maternidade, Pediatria, Psiquiatria e Centro Ortopédico.
 

Energia

Nos últimos anos, o Executivo levou a electricidade à maioria da população da região, a partir de duas fontes de produção, designadamente, hídrica e térmica. A primeira assenta na barragem hidroeléctrica da Matala, com três grupos geradores, que se encontra em reabilitação para potenciar a sua produção.

Quando concluída, a Matala poderá produzir pouco mais de 40 megawatts, estando, neste momento, a funcionar com apenas dois grupos geradores e a produzir 27,2 megawatts (13,6MW cada) com que abastece localidades das províncias da Huíla e do Namibe.

O sector ganhou duas centrais térmicas no Lubango que geram 40 megawatts cada, além de grupos de geradores com capacidades variáveis entre 20 a 500 KVA, para abastecer populares residentes em sectores e comunas onde a rede geral ainda não chega.

O investimento no sector estendeu-se ainda a infra-estruturas técnicas de transformação, de transporte e distribuição do produto, em baixa e média tensões, onde se realça o alargamento da rede de fornecimento aos bairros, antes restrita aos centros das cidade e sedes municipais.

Três pequenas barragens hidroeléctricas estão a ser construídas nos municípios dos Gambos, Chibia e Lubango, a fim de reforçar a capacidade de produção e consequente melhoria do abastecimento, tanto de electricidade quanto de água potável, para as comunidades, para a rega dos campos e abeberamento do gado.
 

Abastecimento de água

Para a melhoria do abastecimento de água potável aos cidadãos, o Governo da Província da Huíla executou uma série de acções contidas em dois grandes programas, nomeadamente, “Água para Todos” e “Águas do Lubango”, que hoje servem a maioria dos seus habitantes.

O Lubango ganhou a reabilitação hidráulica e electromecânica da principal central de bombagem, a da Nossa Senhora do Monte, e a instalação de 60 quilómetros de rede de distribuição e um novo campo de furos de captação.

A percentagem de cidadãos huilanos que consome água potável naquela província passou de 20 para 80 porcento, desde 2002, como resultado da implementação destes programas pelo Executivo e parceiros, que aumentaram a capacidade de produção, tratamento e abastecimento.

A Angop soube que o Executivo e os seus parceiros, principalmente o UNICEF e o Banco Mundial, fizeram investimentos de monta que já beneficiam mais de 530 mil cidadãos, através de ligações domiciliares e de sistemas de abastecimento às áreas periurbanas e no meio rural.

No âmbito do programa “Água para Todos”, investiu, sobretudo, nos municípios além-sede, na construção de sistemas artesianos de captação (chafarizes) e ligações domiciliares. É assim que, de 250 pontos de água em 2002, hoje a província tem mais de três mil.

Produção agrícola

Dadas as potencialidades da região, foram empreendidas mais acções na agricultura e pecuária, principalmente a abertura de novas áreas de cultivo, incremento no fornecimento de inputs e da construção de infra-estruturas de apoio à produção de alimentos, de origem vegetal e animal.

O sector agrícola ganhou silos de grande capacidade para o armazenamento de cereais e a reabilitação de infra-estruturas hidroagrícolas, para assegurar a produção alimentar no sistema de regadio, com destaque para as barragens e os respetivos canais de rega da Matala  e das Gangelas, na Chibia. Constam ainda três outras (de menor porte) em construção no Lubango, Chibia e Chiomba.

Este investimento visou, ao mesmo tempo, proporcionar às famílias camponesas condições para manter a produção, depois da estação de chuvas (sequeiro) e abastecer os mercados locais com produtos todo o ano.

A reabilitação da rede de estradas entre as sedes municipais e destas para as áreas de produção agro-pecuária, incluindo pontes e pontecos, são outros dos ganhos que resolveram uma das grandes e velhas dificuldades dos camponeses: a do escoamento da produção para os mercados de consumo.

A par disso, foi registado maior envolvimento da população na actividade agro-pecuária, tanto por famílias camponesas como por fazendeiros empresariais, através de associações e cooperativas.

Em virtude disso, o número de associações registou, nos últimos anos, crescimento de 80 porcento e foram instaladas nos municípios com maior incidência da produção agrária, nomeadamente, Caluquembe, Chicomba, Matala, Caconda, Chibia e Quipungo.

São 224 cooperativas e cerca de mil associações e grupos solidários estruturados, cujos filiados estão comprometidos a cultivar a terra de forma organizada, para aumentar os seus rendimentos e a oferta de alimentos, contribuindo para o processo de diversificação da economia nacional.

Os incentivos do Executivo incluem créditos cedidos pela banca, no sentido de relançar a produção, com destaque para os programas “Angola Jovem” e “Crédito Agrícola de Campanha”, que beneficiam empresários agrícolas na exploração de grandes superfícies de forma mecanizada, bem como a produção familiar camponesa.

O Executivo colocou à disposição de investidores nacionais e estrangeiros extensões de terras agrícolas, até 15 mil hectares, com rios e outros factores que concorrem para a produção agrícola em larga escala.

Anualmente, a Huíla mobiliza acima de 600 mil hectares de terra para as campanhas agrícolas, de onde são colhidas mais de 700 mil toneladas de produtos diversos, entre cereais, oleaginosas, horto-frutícolas e tubérculos.
 

Pecuária


Um dos grandes desafios do sector pecuário foi o de manter saudável o efectivo de gado, garantir qualidade da carne e produzir quantidades suficientes para abastecer o mercado local, e os demais, com base nos projectos de melhoramento das manadas, com cruzamentos entre gado autóctone e de raça.

Outro objectivo visa consolidar a produção empresarial, aumentar a produtividade e dar resposta à demanda de carne e aos seus derivados no mercado interno, na perspetiva de contribuir para a redução das importações e exportar, já que detém a maior população ganadeira do país, com mais de dois milhões de animais.

Outro ganho no sector foi o relançamento da produção pesqueira na província, por via fluvial e em cativeiro, contribuindo, desta feita, para a diversificação das fontes de rendimento familiar no campo.

A pesca ganhou, igualmente, grande importância pelo seu contributo no combate à fome, à redução da pobreza e à segurança alimentar e nutricional das populações, com particular realce para as pessoas residentes no meio rural, fomentando o emprego.
 

Indústria e Geologia e Minas

Neste nível, foi registado um crescimento substancial da rede de fábricas, passando a somar 79 unidades da indústria ligeira e 30 empresas da pesada, que geraram milhares de empregos e aumentaram a oferta de produtos ao mercado.

Com a paz, instalou-se um clima de negócios que atraiu investidores e propiciou a abertura de indústrias de pequeno, médio e de grande porte do ramo alimentar, de materiais de construção, bebidas, tabaco, vestuários, entre outros.

No plano geológico e mineiro, evidenciou-se o investimento privado na exploração e transformação de granito e mármore, que, além de suportarem o Programa de Reconstrução Nacional, as empresas aumentaram as exportações.

Outro destaque foi a reactivação do processo de prospecção e a execução técnica de todo um processo que vai culminar com a retomada da exploração de ferro e, pela primeira vez, de ouro no município da Jamba e no Chipindo (ouro), em 2018.
 

Hotelaria e Turismo

Com a paz alcançada em 2002, o sector da Hotelaria e Turismo registou um crescimento estimado em 90 porcento, tornando-se, assim, no terceiro parque do país, depois dos de Luanda e Benguela.

A rede hoteleira e de restauração passou de 15 unidades, maioritariamente concentradas na cidade do Lubango, para 971, construídas ou reabilitadas através do investimento empresarial público e privado, nacional e estrangeiro.

O investimento proporcionou à Huíla três mil camas, disponíveis em 10 hotéis de até quatro estrelas, 16 pensões, 83 hospedarias e 14 aldeamentos turísticos, assim como 113 restaurantes e 711 similares, 23 agências de viagens, 20 centros turísticos naturais e 86 monumentos e sítios classificados, em exploração.

O seu funcionamento, a qualidade de serviços prestados e as deslumbrantes atracções naturais colocam hoje a província na rota do movimento turístico nacional e internacional e é um destino solicitado por um número crescente de turistas.

Relativamente à criação de emprego, o sector gerou mais de 50 mil, directos e indirectos, beneficiando maioritariamente jovens.
 

Fomento habitacional

Outro sector que beneficiou de um importante impulso é o da habitação social. A guerra trouxe, para o principal centro urbano da província (Lubango), milhares de deslocados e, com eles, o desordenamento urbanístico, pela anarquia na construção civil.

Duas centralidades foram erguidas no Lubango, a da Quilemba, com mais de 11 mil casas, ainda inabitadas, e a da Eywa, com quatro mil, numa parceria público-privada, assim como 200 fogos por cada um dos 14 municípios da província, de iniciativas públicas.

Outras iniciativas empresariais públicas e privadas ofereceram aos seus residentes soluções diversas de habitação, no quadro do programa de fomento habitacional do Executivo que, no geral, acomoda acima de 60 mil famílias em bairros socias, condomínios, entre outros.

Para estas soluções, concorre ainda o programa de autoconstrução dirigida, para o qual as administrações municipais colocaram à disposição dos seus habitantes milhares de lotes de terra.

Transportes e infra-estruturas

A reabilitação de mais de mil quilómetros de estradas, a reconstrução de pontes, a construção do Aeroporto Internacional da Mukanka, no Lubango, de novas infra-estruturas desportivas, como o Estádio Nacional da Tundavala, dois novos pavilhões para desportos de sala e de outras tantas, são outros ganhos.

A reabilitação dos Caminhos-de-Ferro de Moçâmedes deu vida às localidades por onde passam os 900 quilómetros de linha-férrea, entre o Namibe e o Cuando Cubango, atravessando a Huíla.

Neste percurso, “nasceram” 56 estações de primeira, de segunda e de terceira classe. O comboio faz 10 frequências semanais entre o Lubango e Menongue, transportando mais de 100 mil pessoas/ano e quase seis milhões de toneladas de produtos diversos.

Por via terrestre, diariamente, circulam de e para o Lubango, capital da Huíla, milhares de cidadãos transportados por meios públicos e particulares para destinos diferentes, trilhando pelas estradas nacionais entre as províncias do Namibe, Cunene, Cuando Cubango, Benguela e Huambo.

Esse é outro dos segmentos que, com a paz, passou a gerar empregos para milhares de jovens e não só, pois a livre circulação estimulou o crescimento da participação empresarial, através da criação de empresas de grande, médio e pequeno portes, mantendo a ligação da Huíla ao país.

Um novo e moderno aeroporto da Mukanka, com categoria internacional, foi construído no quadro de um pacote de investimentos e obras do Executivo, com a capacidade anual instalada para movimentar um milhão e 750 mil passageiros.

Comporta salas protocolares, de embarque e desembarque, internacional e doméstico, serviços de alfândega, migração, polícia fiscal, bombeiros, escritórios de companhias aéreas, lojas, restaurantes, torre de controlo, estação eléctrica, estacionamento para 300 viaturas, incluindo autocarros e táxis.

A pista principal tem 3.200 e 60 metros de largura, projectada para operar até o Boeing 777, com sistema de iluminação para operações nocturnas, bem como uma nova placa de estacionamento para seis aeronaves deste tipo ou 747.
 

Cultura e Desporto

Aqui sobressai, como ganho, a preservação e a valorização de bens patrimoniais materiais e imateriais culturais nos 14 municípios, fruto do trabalho desenvolvido pelo Governo Provincial, ao longo dos 15 anos de paz e de reconciliação nacional.

Além de acções sobre a educação patrimonial, com vista à consciencialização das comunidades sobre a importância da sua salvaguarda, o sector impulsionou e expandiu a produção das diferentes disciplinas da cultura, com a realização de feiras, exposições e espectáculos diversos.

Neste quadro, há o registo da premiação em vários concursos, dos quais se realça, nos 15 anos, a conquista pela Huíla de dois títulos de Miss Angola, como resultado do trabalho de valorização da beleza feminina e divulgação das potencialidades turísticas naturais da província.

Sobre o desporto, a Huíla ganhou o Estádio Nacional da Tundavala, construído de raiz, com capacidade para 25 mil lugares, que, pela primeira vez, permitiu aos huilanos assistir aos jogos da fase de grupos do Campeonato Africano de Futebol (CAN).

Além deste, foram reabilitados e modernizados os estádios relvados do Ferroviário, do Benfica e da Nossa Senhora do Monte, devolvendo à província a capacidade de realização de eventos e de projectar a prática do futebol.

As modalidades de salão ganharam um pavilhão multiuso e outro para treinos, situados no Lubango, erguidos no Complexo Desportivo e Cultural da Nossa Senhora do Monte, com dois mil e 10 lugares, e outros dois completamente reabilitados.

Estas infra-estruturas permitiram aos huilanos assistir, nesta cidade, aos jogos de uma das séries do Campeonato Africano de Basquetebol, Afro-Basquete2007.

A capital da Huíla é Lubango e os seus municípios são Humpata, Chipindo, Chicomba, Cuvango, Jamba, Cacula, Caconda, Caluquembe, Quilengues, Gambos, Matala, Cacula, Chibia e Quipungo.

Lubango dista a mil e 115 quilómetros a Sul de Luanda. A província é uma grande potência económica, figurando entre os maiores parques industriais do país, com seis zonas industriais, três das quais na sua sede.

A sua ligação à região austral de África, por via aérea, através de ligações regulares da companhia nacional de bandeira TAAG, entre Lubango e Windhoek (Namíbia), e de particulares com diversos pontos do continente, dá-lhe fórum privilegiado no contexto de investimentos nacional e estrangeiro.

Os ganhos da paz são imensuráveis neste território que possui 79.023 quilómetros quadrados, mas o maior de todos é, sem sombras para dúvidas, o consolidar da paz e da reconciliação nacional.

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