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19 Julho de 2017 | 09h14 - Actualizado em 19 Julho de 2017 | 11h04

Angola: Mediatecas acolhem mais de um milhão usuários em cinco anos

Luanda - Mais de um milhão e quinhentos usuários frequentaram, nos últimos cinco, as sete mediatecas existentes no país informou, hoje, quarta-feira, em Luanda, secretário de Estado para as Tecnologias de Informação e Comunicação, Pedro Sebastião Teta.

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Pedro Teta, secretário de Estado para as Tecnologias de Informação e Comunicação

Foto: António Escrivão

Em declarações à Angop, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, o também coordenador da Rede de Mediatecas de Angola (ReMa) disse que por este motivo o projecto pode ser considerado como "um sucesso".

"É um projecto de sucesso, aliás os próprios números falam por si", sublinhou o responsável do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Explicou que o mesmo está dotar o país de um conjunto de infraestruturas, utilizando os mais variados meios de difusão do conhecimento e aprendizagem existentes, colocando ao dispor das populações o acesso facilitado ao conhecimento gerado a um nível global.

Sem entrar em detalhes e sem citar países, Pedro Sebastião Teta disse que o projecto está a ser solicitado para se replicar em mais de três Estados africanos.

"Podemos testemunhar nos últimos cinco anos que o projecto funciona com sucesso e está a ser solicitado para se replicar em outros países africanos", adiantou.

As três primeiras mediatecas foram inauguradas em Agosto de 2012 pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, nas províncias de Luanda, Benguela e Huíla, seguindo-se depois a inauguração, em Dezembro do mesmo ano,  pelo Vice-Presidente da República, Manuel Domingos Vicente, a Mediateca do Soyo (Zaire).
 
Para além destas, encontram-se também em funcionamento as Mediatecas Zé Dú (Luanda), do Huambo e do Saurimo, prevendo-se a entrada em funcionamento ainda este ano as do Cuito (Bié), Cabinda, Cunene e Malanje.

As mediatecas representam uma evolução das tradicionais bibliotecas, incorporando as tecnologia da informação e a digitalização da cultura existente, pois abriga, organiza, classifica e disponibliza aos utilizadores, materiais e documentação electrónica em vários meios de visualização e consulta, ao mesmo tempo que proporciona os dispositivos necessarios para a utilização dos conteúdos em formato digital.

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