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12 Setembro de 2017 | 13h57 - Actualizado em 12 Setembro de 2017 | 13h56

Angosat com 47 engenheiros espaciais formados em seis países

Luanda - Quarenta e sete engenheiros espaciais formados na Argentina, China, Coreia, no Brasil, Japão e Rússia garantem o funcionamento do Angosat1, satélite angolano que entra em órbita em breve.

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Esquema de posição do Angosat

Foto: Cortesia Dino Pertence

A equipa de engenheiros é composta por 13 em canal de serviço, nove em análise de sistema, sete em planeamento, seis em administração de redes, igual número de directores de voo, quatro em balística e dois em gestão de projectos

Os especialistas, formados em sete fases, concluíram as três mil horas de aulas em engenharia e tecnologia espacial, construção de nano e pico satélites, revisão e aceitação técnica de projectos espaciais, formação sobre HUB Vsats, operações e missões espaciais, certificação em arquitectura do Angosat1 e certificação de especialização em operação e controlo do Angosat 1.

Peritos angolanos encontram-se na Rússia para acertar com a parte russa os termos e data final para o lançamento do satélite que se espera antes do final deste ano. A entrada em órbita do satélite angolano estava prevista para Agosto último.
 
O satélite angolano Angosat, construído na Rússia, com mil 55 quilogramas e 262.4 quilogramas de carga útil, ficará na posição orbital 14.5 E e terá uma potência de três mil 753 W, na banda CKu, com 16C+6Ku repetidores. Terá 15 anos de "vida útil".

O centro de controlo e missão de satélites do Angosat1, na comuna da Funda, norte da província de Luanda, como satélite geoestacionário artificial, o Angosat está localizado 36 mil quilómetros a nível do mar. Sua velocidade coincide com o da rotação da terra e consegue cobrir um terço do globo terrestre.

A duração da construção do Angosat1 estava projectado para 36 meses. O satélite angolano vai possuir um centro primário de controlo e missão em Angola e outro secundário na Rússia.

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