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21 Fevereiro de 2018 | 14h10 - Actualizado em 22 Fevereiro de 2018 | 10h01

Cabo submarino chega quinta-feira à Fortaleza (Brasil)

Luanda - A instalação do cabo submarino em fibra óptica entre África e América do Sul fica concluído hoje, para que se estabeleça, no terceiro trimestre deste ano, as comunicações directas entre os dois continentes - anuncia a Angola Cables.

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Lançamento do cabo submarino a partir de Luanda (foto arquivo)

Foto: Cortesia de Quindala Manuel/Edições Novembro

Com a entrada em funcionamento desse sistema em Luanda (Angola) e Fortaleza (Brasil), o tempo de espera das comunicações de cerca de 350 milésimos de segundos será reduzido para pouco mais de 60 milésimos de segundos.

De acordo com uma nota de imprensa da Angola Cables, dona do cabo submarino SACS, a ligação ao Estado do Ceará, quando estiver operacional, trará melhorias significativas nas comunicações entre Angola, os países africanos e as Américas, assim como a redução da “latência” (tempo de espera das comunicações) cinco vezes.

Os conteúdos produzidos nestas regiões e a conectividade internacional, disponibilizada pelos cabos submarinos, de acordo com António Nunes, poderão gerar grandes benefícios económicos principalmente para Angola, com grande potencial de atracção de empresas tecnológicas da região que precisem de elevada conectividade.

O SACS incorpora tecnologia óptica capaz de disponibilizar o mais avançado sistema de telecomunicações submarino. O Cabo Submarino terá uma capacidade inicial de 40 terabits por segundos (tpbs), equivalente a 100 gigabits por segundo (gbps) x 100 comprimento de onda x 4 pares de fibra.

O outro ponto de realce deste serviço de telecomunicações é por ser a primeira ligação directa entre os continentes africano e sul-americano, uma rota mais rápida e de elevada capacidade.

Com a entrada em funcionamento, no terceiro trimestre deste ano, “Angola está cada vez mais próxima de se tornar num dos centros das telecomunicações na região subsaariana.

Os investimentos nos sistemas de cabos submarinos, nomeadamente o WACS, já operacional, o SACS, o Monet e os datacenters estão a criar "autoestradas" da informação que vão aproximar Angola dos grandes centros de produção de conteúdos e serviços digitais.

Assuntos Comunicações   Fibra Óptica  

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