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11 Maio de 2018 | 17h05 - Actualizado em 11 Maio de 2018 | 17h05

Uíge: Destacada vantagens de estufa artesanal na produção de hortaliças

Uíge - O vencedor do prémio nacional de Melhor Projecto de Investigação e Inovação, Dionísio Canga, defendeu a implementação de estufa artesanal pode minimizar os custos de produção e a carência de hortaliças no país.

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Em declarações hoje (sexta-feira) à Angop, o inventor do projecto, apresentado na Feira Juvenil de Educação, Tecnologia e Cultura (FEJETEC), que decorreu de 27 a 29 de Abril, em Luanda, sob a promoção da JMPLA, disse que no mercado nacional as estufas de altos custos rondam os três e sete milhões de Kwanzas. "Fazemos estufas de 14 a 8 metros de largura, que custam menos de 100 mil Kwanzas, devido a utilização do  material local", esclareceu.

Uma vez que se implemente esse projecto de estufa artesanal, asseverou, de três em três meses de cada ano na província não faltará tomate.

Dionísio Canga avançou que esse tipo de projecto de estufa artesanal proporciona uma boa qualidade da produção e a sua precocidade, reduzindo igualmente o tempo de ciclo vegetativo que a cultura faz em termos de ambiente de produção, assim como a redução das pragas de doenças que afectam a produção.

Quanto à sequência do projecto, precisou ter recebido garantia do Banco Postal, que pediu um projecto para efeito de financiamento.

O investigador disse que os 300 mil Kwanzas que coube a cada projecto de investigação como prémio vai ajudar para o desenvolvimento do projecto e minimizar a compra de material, deplorando apenas a carência na província de lojas específicas para  todo o tipo de produção.

O finalista do curso agrário da Universidade Kimpa Vita, Dionísio Canga participou na FEJETEC de Luanda, onde ganhou o prémio de melhor projecto de investigação e inovação.

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