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28 Julho de 2018 | 08h57 - Actualizado em 28 Julho de 2018 | 08h30

Angola está atenta aos desafios da 4ª revolução

Joanesburgo (Dos enviados especiais) - O ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, José Carvalho da Rocha, afirmou, em Joanesburgo, África do Sul, que Angola está a dar passos para se conformar às exigências da quarta revolução digital, um dos vários temas abordados na 10ª Cimeira dos BRICS, realizada de 25 a 27 de Julho.

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Joanesburgo: Ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, José Carvalho da Rocha

Foto: Pedro Parente

Em declarações à imprensa, o governante disse ter ouvido "com bastante agrado" todos os desafios colocados pelos BRICS e que os países emergentes têm, sublinhando que Angola está a fazer, de facto, um alinhamento das políticas públicas nesse sentido.

Para estar à altura dos desafios e andar de forma direcionada para a 4ª revolução digital, José Carvalho da Rocha disse que o país tem de continuar a construir as suas infra-estruturas, para suportar os diferentes serviços que os cidadãos vão precisar.

"O que estamos a fazer, de facto, é alinharmos as nossas políticas públicas nesse sentido, construir as infra-estrutras e abrir o sector para diferentes investimentos", expressou.

É a pensar nessa estratégia e nessa necessidade, disse, que Angola está a realizar um concurso para se licenciar mais uma operadora de telefonia, criar um outro ambiente de negócios e dar vazão à necessidade das populações.

Em relação ao "dossier" Angosat, reafirmou que o Angosat 2 já está em produção, desde Abril último, período em que o país começou a beneficiar de uma compensação, devido aos problemas registados com o funcionamento do Angosat 1.

"Nós temos estado a receber as compensações, que são larguras de bandas que eles nos têm estado a oferecer, para que continuemos a desenvolver os serviços projectados com o Angosat 1", expressou, referindo-se aos russos.

O ministro reiterou que, em função dos contratos, não há mais custos para Angola.

"Nessas situações, eles (russos) se obrigam a construir outro, sem custos para Angola", rematou José Carvalho da Rocha, um dos integrantes da delegação que participou da 10ª Cúpula dos BRICS, chefiada pelo Presidente da República, João Lourenço.

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