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28 Dezembro de 2009 | 01h06 - Actualizado em 28 Dezembro de 2009 | 10h21

Estádio 11 de Novembro aberto ao futebol

CAN2010

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Luanda - Vinte meses depois do início da sua construção por técnicos chineses e angolanos, numa área de 90 mil metros quadrados, o Estádio Nacional 11 de Novembro abriu-se oficialmente domingo aos amantes do futebol, durante uma cerimónia

presidida pelo Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos.

O corte formal da fita, simbolizando a "luz verde" ao principal recinto da Taça de África das Nações (Orange Angola 2010), deu-se só ao princípio da noite de domingo, sob efeitos de luzes artificiais, depois de largas horas de um insistente chuvisco que fez morada em várias artérias da cidade de Luanda.

Passavam 45 minutos das 18:00 quando o Presidente da República deu cumprimento a esse ansiado momento, diante de uma assistência entusiasta que ainda no período da manhã começou a chegar ao mais moderno recinto futebolístico do país, onde

decorrerão as cerimónias de abertura e encerramento da Taça de África.

A cerimónia de inauguração do recinto, erguido de raiz no bairro do Camama, município do Kilamba Kiaxi, dividiu-se em dois momentos distintos, sendo um meramente político e outro desportivo-cultural, tendo servido de teste à criatividade de centenas de jovens comprometidos com o CAN 2010.

A sessão iniciou-se com o corte da fita e o descerramento da placa, ainda no hall de entrada da imponente infra-estrutura desportiva, seguida de uma visita guiada do Chefe do Estado aos vários compartimentos do estádio, tais como balneários, salas e cabines de imprensa, tribuna VIP, entre outros compartimentos.

Em paralelo com esse momento, antigas glórias do futebol angolano e jovens iniciados na modalidade faziam o "baptismo" formal do bem tratado relvado, brindando os mais de quatro mil espectadores com uma demonstração técnica.    

A entoação do hino nacional abriu caminho para o ministro das Obras Públicas, Higino Carneiro, apresentar as explicações técnicas da obra, iniciada em Abril de 2008, que consumiu aos construtores um total de "100 mil toneladas de betão".

O governante, que entregou sábado último os quatro estádios do CAN ao Ministério da Juventude e Desportos, explicou que a estrutura consumiu igualmente 20 mil toneladas de ferro, aplicadas em dois anéis modernos, que fazem do recinto uma obra vistosa com

potencial para figurar entre as mais modernas do continente.

Após a intervenção de Higino Carneiro, seguiu-se a exibição de um vídeo com duração de quase 14 minutos, reflectindo as várias etapas da construção dos quatro estádios de raiz para a prova africana, a decorrer de 10 a 31 de Janeiro de 2010.

Na mesma senda, o titular das Obras Públicas entregou ao Chefe de Estado a réplica dos quatro recintos, antes de assistir à outorga de diplomas de mérito a algumas individualidades que se destacaram na construção dos recintos.

A encerrar a componente política, tomou a palavra o ministro dos Desportos, Gonçalves Muandumba, que destacou o papel do Presidente da República em prol da realização do CAN no país, nas cidades de Luanda, Huíla, Cabinda e Benguela.  

Era chegada a vez do "assalto" gimno-desportivo e cultural, que se iniciou com uma marcha olímpica, com mais de 30 minutos, protagonizada por quase 850 petizes, que desfilaram alegres e entrosados, com bandeiras e uniformes de acentuado colorido.  

No seu desfile, as crianças contrastavam o branco, vermelho, azul, amarelo e verde dos uniformes com o verde claro da relva, apoiados por uma visível e coordenada encenação de quadros humanos, protagonizada por quase 500 petizes.

Com placares diversos, os quadros humanos ensaiavam a estratégia a apresentar a 10 de Janeiro, na cerimónia de abertura do CAN, apresentando vários figurinos que descreviam, entre outros, a bandeira nacional, a figura do Chefe do Estado, a bandeira do Mali, o mapa de Angola e o Estádio 11 de Novembro.

O festival de ginástica rítmica foi o passo a seguir, envolvendo crianças da Escola Ajefir, que criaram o ambiente propício para a actuação da cantora e embaixadora do CAN, Pérola, bem como dos colegas de profissão Maya Cool e Filipe Mukenga. 

Foi com este último artista que se encerrou a singela cerimónia de inauguração, na qual intervieram igualmente o Ballet Tradicional Kilandukilu, Ballet Nacional e o grupo carnavalesco Operários Kabokomeu, os primeiros a darem as boas vindas aos convidados da festa de baptismo da nova "catedral" do futebol angolano. 

Assuntos Província » Luanda  

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