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02 Julho de 2015 | 17h06 - Actualizado em 02 Julho de 2015 | 17h06

Futebol: Direcção do Maquis confirma paralisação dos trabalhos

Luena - Os jogadores do FC Bravos do Maquis ficarão sem treinar por tempo indeterminado por falta de condições financeira, anímica e material, informou hoje, quinta-feira, no Luena, o director para o Futebol do Maquis, Paulo Tomás.

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Moxico: Director para o Futebol do Maquis, Paulo Tomás

Foto: Yambeno Daniel

“Falta-nos condições para obrigar os jogadores a treinar”, disse à imprensa Paulo Tomás, acrescentando que a direcção está solidária com os jogadores, já que os mesmos chegaram a conclusão faltar condições morais e psicológica para ontinuar a trabalhar.

Afirmou que a decisão dos jogadores foi antecedida de intensas reuniões para se impedir que tal cenário acontecesse, porém, perante a ausência de ordenados há quatro meses e o espírito de guerrilheiro que tiveram de treinar todo este tempo sem salários e prémios de jogos, escassearam as palavras para sensibilizar e moralizar os futebolistas.

Informou que a situação pode levar a desistência definitiva do clube se não haver recuo da decisão do corte total financeiro por parte do patrocinador oficial (Caixa de Segurança Social das FAA) ou de “pessoa de boa-fé”.

Sobre o montante necessário para terminar a II volta do Girabola2015, disse desconhecer, mas admitiu ser avultado, remetendo a questão para o presidente do grémio, Manuel Quitadica “Docas”.

Informou que a situação “está grave” e neste momento não há, no centro de estágio, alimentação, material gastável e manutenção nos campos.

“As promessas feitas por alguns empresários até hoje (quinta-feira) não resultaram em nada de concreto. Enquanto não acontecer não temos como sobreviver, só resta mesmo "atirar a toalha ao tapete”.

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