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19 Maio de 2017 | 19h41 - Actualizado em 19 Maio de 2017 | 19h41

Andebol: "A meta é manter a hegemonia em África" - Pedro Godinho

Luanda - Angola pretende manter a hegemonia do andebol feminino em África e melhorar a sua classificação, quer em mundiais quer em jogos olímpicos, referiu hoje, em Luanda, o presidente da Federação Angolana de Andebol (FAAND), Pedro Godinho.

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Presidente da FAAND, Pedro Godinho

Foto: Rosário dos Santos

O dirigente desportivo, que falava à imprensa durante o fórum sobre contribuições para a melhoria da qualidade técnica do andebol nacional, que decorre desde hoje na capital angolana, adiantou que, para tal desiderato, é necessário trabalhar-se de forma antecipada.

Outra meta, de acordo com Pedro Godinho, é  manter os masculinos no pódio africano.

Segundo informou, decidiu-se criar uma comissão técnica nacional, porque havia a necessidade de melhorar muita coisa nas nossas selecções nacionais, uma vez que em  provas internacionais ainda se cometem muitos erros técnicos, tudo porque não “uniformizamos nem criamos um estilo de jogo próprio”.

“ As nossas equipas técnicas perdem muito tempo na preparação a ensinar alguns aspectos  básicos que já não são aceites nas provas internacionais, então precisamos de trabalhar em sintonia aspectos defensivos e ofensivos  com características dos angolanos”, citou.

Disse que  a contratação do dinamarquês Mourten Soubak para orientar a selecção feminina foi também a pensar nestas alterações, dada a experiência do mesmo, que já foi campeão do mundo, e  com os angolanos treinadores angolanos podem fazer um trabalho  com resultados satisfatórios.

A selecção feminina é 12 vezes campeão africana e a sua melhor participação em jogos olímpicos aconteceu em 2016, no Rio de Janeiro, onde alcançou o inédito oitavo lugar. Já os masculinos o melhor que conseguiram foi o terceiro lugar nos africanos.

Assuntos Andebol  

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