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06 Dezembro de 2018 | 18h37 - Actualizado em 07 Dezembro de 2018 | 08h27

"Pressão psicológica elimina 1º de Agosto" - analista

Luanda - Repetir quarta-feira no Congo Brazzaville a pressão psicológica vivida a 23 de Outubro, no jogo da segunda "mão" com a Tunísia (2-4), nas meias-finais da Liga Africana de Clubes Campeões em futebol, determinou a eliminação prematura do 1º de Agosto na presente edição.

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1º de Agosto eliminado prematuramente

Foto: Antonio Escrivao

Manuel Garrido - catedrático em futebol

Foto: ANGOP

A análise é do catedrático em futebol, Manuel Garrido, reagindo nesta quinta-feira à Angop, a derrota dos “rubro negro” diante do AS Otoho do Congo Brazzaville, por 0-2, para a segunda “mão” da primeira eliminatória de acesso à fase de grupos da prova continental, após vitória de 4-2 em Luanda.

Destacou a fraca recepção dos angolanos em Brazzaville, a má acomodação e o anti-jogo do oponente como factores de maior realce que se reflectiram negativamente no desempenho dos atletas nacionais.

“A sequela do jogo com o Esperance de Tunis inibiu os jogadores”, disse o também treinador do ASA, para quem se esperava melhor do representante angolano depois de ter alcançado as meias-finais na edição anterior.

Manuel Garrido discorda da ideia segundo a qual a eliminação prematura do conjunto “militar” tem a ver com a mudança recente do treinador Zoran Maki para Dragan Jovic, ambos sérvios.

Defendeu o seu posicionamento com o facto do grupo apresentar-se bem neste início do Girabola2018/19 em que lidera com 10 pontos, em quatro jornadas, com 10 golos marcados e nenhum sofrido.

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