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22 Abril de 2019 | 17h54 - Actualizado em 23 Abril de 2019 | 10h57

Orçamento do CAN para amputados reajustado

Luanda - Avaliado inicialmente em 103 milhões de kwanzas, o orçamento para a 5ª edição do CAN de futebol para amputados será reajustado em 30 por cento, totalizando Akz 133 milhões e 900 mil, afirmou o presidente do Comité Paralímpico Africano (APC - sigla em inglês), o angolano Leonel da Rocha Pinto.

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Leonel da Rocha Pinto - presidente do APC

Foto: Henri Celso

Em declarações à imprensa, após audiência nesta segunda-feira, em Luanda, com a ministra da Juventude e Desportos, Ana Paula do Sacramento Neto, explicou que o facto resulta da constante variação dos preços de produtos no mercado nacional.

Disse que a prova, a disputar-se de 30 de Setembro a 14 de Outubro deste ano, em Benguela, obrigará a adequação das infraestruturas desportivas e hoteleiras às condições especiais dos atletas.

A constante variação dos preços de produtos no mercado nacional foi a justificação para a revisão do orçamento da competição que contará com a participação de Angola (anfitriã), Ghana, Nigéria, Libéria, Guiné-Bissau, Togo, Serra Leoa, Rwanda, Marrocos, Tanzânia, Costa do Marfim, Camarões e Quénia.

Para aquele evento, será desenvolvida uma campanha de marketing com ampla divulgação por parte da comunicação social para atrair patrocinadores e permitir à adesão de espectadores, com incidência para alunos de diversos níveis de ensino.

“Vamos mostrar que os jogos são competitivos e atractivos do ponto de vista do espectáculo, sendo também um produto que vende”, frisou.

Além do africano de futebol adaptado, o encontro com a ministra de tutela serviu, também, para abordar aspectos relacionados com a sede do APC, bem como a organização dos primeiros Para-jogos Africanos, em Janeiro de 2020, em Marrocos.

Actualmente o órgão reitor do desporto adaptado em África funciona num dos andares da Galeria dos Desportos, no Complexo da Cidadela, mas a ideia é de construção ou cedência de um espaço autónomo que reflicta a importância e a grandeza da instituição, de acordo com Leonel Pinto.

Sobre a primeira edição do africano para atletas deficientes, qualificativos aos Jogos Paralímpicos de 2020, no Japão, disse ter informado ao ministério as etapas já cumpridas antes e depois da assinatura do contrato de organização com Marrocos, em Março último.

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