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08 Agosto de 2020 | 14h50 - Actualizado em 08 Agosto de 2020 | 19h39

Ex-líder da APFH nega acusações

Lubango - O antigo presidente da Associação Provincial de Futebol da Huíla (APFH), João do Nascimento Gonçalves, negou, neste sábado, as acusações do novo consulado, encabeçado por Pepé António, de que teria deixado os cofres vazios e dívidas para com os clubes.

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João Gonçalves defende-se de acusações de sucessor

Foto: Morais Silva

Em entrevista à ANGOP, no Lubango, em reacção às acusações do oponente, o antigo árbitro internacional, que dirigiu a APFH por dois mandatos, desafiou o líder do actual elenco a provar o que disse apresentando facturas.

Lamentou a postura do seu sucessor para em seguida explicar não ser possível ter-se dívidas com os clubes, porquanto são estes que fazem pagamentos ao órgão e nunca o contrário, pelo que a “suposta” conta de AKz dois milhões e 400 mil (2.400.000) não tem sustentação.

Contou que a APFH começou a receber dotações financeiras da Federação Angolana de Futebol somente em Julho de 2018, num valor de AKz 300 mil cabimentado trimestralmente, a razão de 100 mil por mês, quando só em salários eram gastos AKz 180 mil.

“Só em Março de 2020 essa dotação trimestral passou para 400 mil, ainda assim, em relação às despesas correntes, significava quase zero. Mas asseguro que os salários dos cinco funcionários foram pagos até Junho último, altura do último depósito da FAF”, justificou.

O comissário de jogos da Federação Angolana de Futebol (FAF) e da Confederação Africana (CAF) disse que se há dívidas, tem de haver facturas que as comprovem.

Acrescentou serem bizarras as declarações de Pepé António segundo as quais encontrou apenas mil kwanzas nos cofres da instituição.

Exibindo um extracto bancário do Banco de Poupança e Crédito (BPC), o antigo presidente da APF referiu ter deixado na conta AKz 28 mil e 74, após o cumprimento de obrigações financeiras.

O antigo árbitro internacional acrescentou que, fora o apoio da FAF, a Associação sobreviveu de pequenas ajudas de pessoas próximas, assim como de AKz 50 mil de taxa de inscrição anual de quatro clubes, dos 11 controlados.

Sobre o relatório e contas, descrito como tendo sido pouco claro, mostrou-se triste porquanto o documento foi aprovado pelos filiados.

“Não fui à APFH para sair de lá rico. Não me aproveitei de nada, pelo contrário, a minha empresa empregou dinheiro e até financiou a reparação da sede do órgão”, finalizou.

Assuntos Futebol   Província » Huíla  

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