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06 Setembro de 2011 | 15h45 - Actualizado em 06 Setembro de 2011 | 15h51

INE aposta no trabalho para superar deficit de estatística no país

Relatório

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Director geral do Instituto Nacional de Estatística (INE), Camilo Ceita

Foto: ANGOP

Luanda – O director geral do Instituto Nacional de Estatística (INE), Camilo Ceita, manifestou hoje (terça-feira), em Luanda, o empenho da instituição em trabalhar para contrapor a falta de dados estatísticos que o país ainda enfrenta.

De acordo com Camilo Ceita, que falava na apresentação dos volumes I e II dos relatórios do Inquérito Integrado sobre o Bem-Estar da População (IBEP), para superar esta falta de dados, o INE tem pela frente enormes desafios como a realização do primeiro Recenseamento Geral da População e Habitação, pós independência.

Nas prioridades do INE, prosseguiu o gestor, estão, igualmente, a realizar inquéritos aos agregados familiares sobre as despesas e receitas, sobre indicadores sociais e sobre a indústria. Segundo o director geral do INE, para os próximos anos a instituição tem direccionada a sua atenção na elaboração das Contas Nacionais, na coordenação das estatísticas sectoriais, bem como vai velar pela monitorização da informação relacionada com os compromissos do Estado angolano com as metas de desenvolvimento do milénio, entre outros factores.

Afirmou ser neste quadro que a instituição projecta a sua actividade para cada vez mais disponibilizar informação estatística a ser utilizada por órgãos do Estado, de organizações sociais e comunidade científica.

Um dos parceiros do INE, na elaboração do relatório, o Unicef informou através do seu representante no país, Koenraad Vanormelingen, que esteve presente ao acto, ser um prazer ver o estudo ganhar corpo, depois de vários anos de trabalho conjunto.

É um passo importante, disse, porque vai permitir que os dados constantes do inquérito sejam consultados em qualquer ponto do mundo via Internet, através do site do INE (www.ine-ao.com).

O representante residente do Banco Mundial, Elio Codato, também parceiro do INE no relatório sobre o IBEP, realçou a transcendência do inquérito na formulação do investimento privado, na medida que os dados constantes no documento vão permitir direccionar áreas de investimento quer seja para entidades pública quer privadas.