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10 Outubro de 2012 | 12h41 - Actualizado em 10 Outubro de 2012 | 12h40

Fazenda Pungo Andongo investe USD 60 milhões em cada ano agrícola

Malanje

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Cacuso - Sessenta milhões de dólares norte-americanos é o valor que se tem investido, em cada ano agrícola, pela empresa de  gestão de terras aráveis (Gesterra SA), na reposição da capacidade de mecanização e na compra de inputs agrícolas.


O facto foi revelado hoje em Cacuso, pelo administrador da Gesterra, Eduardo Barros, tendo referido que as máquinas agrícolas não são suficientes para cobrir a demanda da fazenda, uma vez que todos os anos o projecto adquire novos equipamentos modernos.


“Todos os anos, contamos com a reposição das máquinas num investimento na ordem de 25 porcento, são muitos gastos, visto que se está apostar numa produção em larga escala e em função disso temos de empregar as tecnologias mais avançadas que existem no mercado mundial”, explicou.


Por outro lado, a fonte revelou que nesta campanha agrícola foram cultivados nas fazendas pungo andongo e pedras negras, 40 mil hectares de milho, deste produto 50 porcento será transformado localmente para ser escoado para os mercados de consumo.


Explicou que a soja será cultivada apenas para a produção de ração animal, tendo em conta que a mesma é um componente nutritivo importantíssimo que é incorporado no fabrico de rações.


Precisou que com a entrada em funcionamento da fábrica de ração animal, o projecto prevê a criação de animais bovinos, suínos e aves.


O responsável, disse que nos próximos anos a capacidade de produção e de transformação de produtos, será aumentada e através disso será igualmente ampliada a capacidade transportação.


Frisou que a escassez de chuvas que se regista, não constitui preocupação, pois que tudo indica que este ano a província de Malanje vai receber a quantidade certa de chuvas.


Eduardo Barros, fez saber que a fazenda Pungo Andongo, conta já com a energia eléctrica de Capanda, e em breve se prevê a extensão de um ramal eléctrico a Fazenda Pedras Negras.


Questionado sobre a construção do ramal industrial do caminho-de-ferro de Luanda, que vai ligar a sede municipal de Cacuso aos perímetros dos projectos agro-industriais de Capanda, Eduardo Barros, disse que o mesmo vai trazer muitos rendimentos para a Gesterra, no que toca ao crescimento dos dois projectos.


“São enormes as perspectivas de crescimento da região de Capanda, a Gesterra dispõe de 2 grandes projectos nesta área, que consomem insumos em grandes quantidades, e com a frequência do comboio vai permitir o escoamento da produção agrícola e vice-versa”, frisou.

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