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13 Outubro de 2012 | 21h50 - Actualizado em 13 Outubro de 2012 | 21h50

Província da Huíla possui maior Jazigo de rochas ornamentais do país

Feira

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Luanda – O director-geral da Rolemina, Marcelo Siku, afirmou hoje, em Luanda, que a província da Huíla possui o maior jazigo de rochas ornamentais do país, o que tem permitido a exportação do produto na ordem de 90 porcento.

O gestor dissertava hoje numa palestra sob o tema “Rochas Ornamentais e os seus Desafios”, na 4ª edição da Feira Internacional de Minas de Angola (FIMA), que decorre desde o dia 11 deste mês, cujo encerramento está previsto para domingo (14)).

O palestrante sustentou que, com o advento da paz em 2002, a actividade mineira intensificou-se cada vez mais, o que tem permitido uma nova era de exploração e exportação de blocos de granito, mármore e outros minerais.

Referiu que as principais províncias produtoras de rochas ornamentais no país são Huila, Namibe e o Zaire, concretamente nos municípios da Chibia, Gambos, Namibe, Lucira e Nzeto.

Acrescentou igualmente que a província do Namibe produz apenas mármores. 

Para a exploração desses minerais, disse, o país possui seis unidades fabris, das quais três na cidade do Lubango, uma no Namibe, uma em Benguela e outra na província do Zaire, o que tem garantido a produção deste mineiros e consequentemente a produção de chapas, ladrilho, escadaria e todo tipo de revestimento interno e externo e para o consumo interno.

Referiu que actualmente Angola está entre os 20 maiores exportadores de material bruto e evoluiu sensivelmente nos últimos cinco anos, tendo como mercados de destino de vendas China, Espanha, Itália, Índia e Taiwan.

Frisou que os mármores, granitos e outros tipos de rochas ornamentais são consideradas clássicos e estão menos sujeitos a modismo, e estas projecções indicam a manutenção da tendência de crescimento no mercado internacional de rochas e das perspectivas de aumento da indústria angolana.

Salientou durante a sua dissertação que a indústria de rochas na Huíla e Namibe fazem parte da história económica destas duas cidades, realçando as actividades mineiras e industriais no Tchiquatiti (Chibia) e no Caraculo, Hapa e Virei (Namibe).

Participaram na palestra o ministro da Geologia e Minas, Francisco Queirós, trabalhadores do ministério, estudantes universitários, expositores, feirantes e outros convidados.

Assuntos Angola  

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