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16 Outubro de 2013 | 11h58 - Actualizado em 16 Outubro de 2013 | 11h57

Circulação de comboios provoca redução de preços de materiais de construção civil, no Moxico

A população da província do Moxico mostra-se satisfeita com os baixos preços de material de construção civil praticados pelos comerciantes locais, graças à circulação regular de comboios dos Caminhos de Ferro de Benguel (CFB).

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Em declarações à Angop, terça-feira na cidade do Luena, os entrevistados foram unânimes em afirmar que com a circulação de comboio desde ano transacto, entre as províncias de Benguela, Huambo, Bié e Moxico, o preço do material de construção baixou consideravelmente em relação aos anos anteriores.
 
O pedreiro de profissão, Dismasse Sachamuha disse que antigamente um saco de cimento era comercializado a preço de dois a três mil kwanzas, contra os actuais mil 100 à mil e 200 kwanzas, dependendo da qualidade do cimento.
 
Acrescentou que enquanto os blocos de 10, 12 e 15 centímetros de largura eram vendidos a preço de 125 a 300 kwanzas, actualmente são comercializados à 90 até 135 mil kwanzas contando com transporte da empresa que produz os blocos.
 
Bernardo Muliata mostrou-se também satisfeito e apontou que nos tempos idos os varões de seis, 10 e 12 metros eram vendidos a mil ou a dois mil e 500Kwanzas e hoje custam apenas 600 a mil e 500 kwanzas.
 
Fez saber que houve altura que uma chapa de zinco de três metros custava dois mil kwanzas e agora baixou para 650 a 700 kwanzas.
 
Francisca Culemba que construiu a sua residência há mais de quatro anos, fez a comparação dos preços praticados nos anos passados e os actuais, tendo louvado a livre circulação de pessoas e bens, que está na base da redução de preços.
 
Disse que uma caixa de 12 mosaicos, antigamente, era comercializada no valor de seis a oito mil kwanzas, agora, compra-se a três ou quatro mil, igual preço de um balde de tinta de cinco litros.
 
Por outro lado, os utentes de obras particulares mostraram-se preocupados pelos preços elevados praticados pelos camionistas, sobretudo, os chineses que vendem inertes como areia, brita e pedra. Por exemplo, uma carrada custa 30 mil a 120 mil kwanzas.
    

 

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